Relato enviado por Alexandre de Freitas • Alto Paraíso de Goiás, GO • 25 de janeiro de 2025.
Alexandre de Freitas tem 40 anos, é empresário, mentor de negócios e mora em Brasília. Conhecedor da Chapada dos Veadeiros, região que visita há décadas, ele não esperava que uma viagem de três dias em janeiro de 2025 se tornasse o relato mais difícil de explicar de toda a sua vida.
Acompanhado de duas amigas, Ana e Mari, o grupo se hospedou em uma casa alugada em área afastada de Alto Paraíso de Goiás. Durante o dia, realizaram uma trilha no Parque Nacional. À tarde, ao retornar, Alexandre sentiu-se estranhamente letárgico e Ana relatou dores de cabeça. Nenhum dos três consome álcool, cigarros ou substâncias de qualquer tipo.
À noite, os três se reuniram ao redor de uma fogueira nos fundos da propriedade, voltados para uma área próxima aos limites do parque. O céu estrelado era o único espetáculo esperado. Então Mari pegou o celular para fotografar a cena e falou assustada.
” Tem algo atrás de você”
A frase foi repetida mais de uma vez. Alexandre, cético, achou que se tratava de uma brincadeira. Mas quando Mari o chamou para ver a fotografia que acabara de tirar, ele ficou, nas próprias palavras, “completamente surpreso”. O que apareceu na imagem desafiou qualquer explicação imediata.
O que aconteceu a seguir é, literalmente, impreciso. Os três conversaram sobre a imagem e tiraram mais fotografias, mas nenhum deles consegue reconstituir com clareza os acontecimentos daquela noite. Existe uma lacuna nas memórias dos três.
Na manhã seguinte, Alexandre acordou com forte dor de cabeça e com uma expressão que não lhe pertencia: “Sanat Kumara” nome que desconhecia e que, ao pesquisar, mostrou-se carregado de significado dentro de tradições esotéricas e teosóficas. Relatou também a sensação de ouvir sons e palavras em uma língua que não conseguia compreender nem reproduzir.
Na noite seguinte, Ana e Mari procuraram Alexandre com expressão preocupada. Ambas haviam notado marcas incomuns na sola dos pés. No mesmo instante em que ouviu o relato, Alexandre sentiu um forte zumbido no ouvido. Diante do acúmulo de ocorrências, a fotografia, a lacuna de memória, o nome recebido ao acordar e agora as marcas físicas ele verbalizou pela primeira vez a hipótese que os três já ensaiavam em silêncio: um possível contato extraterrestre.
Nos dias e semanas seguintes, o grupo submeteu a fotografia original a análises técnicas realizadas por diferentes pessoas, com uso de softwares especializados e ferramentas de inteligência artificial, descartando possibilidades como reflexo de luz, artefato da câmera ou adulteração da imagem. E o resultado consta no relatório denominado “Contato CE5”.
As marcas nos pés de Ana e Mari desapareceram gradualmente após rituais de restauração energética conduzidos em Alto Paraíso. Alexandre reconhece, com honestidade, que não descarta a possibilidade de que parte de sua interpretação tenha sido influenciada por sugestão psicológica, mas afirma que os fatos físicos, a fotografia e a lacuna de memória seguem sem explicação convencional.
Nota da redação: Este relato foi enviado pelo próprio Alexandre de Freitas e publicado com sua autorização. A fotografia mencionada será reproduzida nesta edição. O relatório técnico “Contato CE5” está disponível para consulta.