O Caso Baependi é um dos episódios de abdução mais famosos, intrigantes e complexos da ufologia brasileira, ele também é conhecido como O Caso Embornal.
O agricultor Arlindo Gabriel afirmou ter sido abduzido por seres em Baependi (MG) após sair para caçar com alguns amigos por volta das 10 da manhã. Após ele ter se separado do grupo. Arlindo avistou quatro objetos voadores luminosos cruzando o céu. Três deles seguiram adiante, mas um pousou nas proximidades. Carregando uma câmera fotográfica Olympus, Arlindo se aproximou para registrar a nave, mas, ao tentar bater a foto, o objeto disparou um feixe de luz densa que o paralisou completamente. É possível ver uma das fotos tiradas pelo agricultor, no momento em que um dos objetos começou a soltar uma fumaça.
Dois seres de aparência humana, altos, magros e usando trajes colados ao corpo, aproximaram-se do agricultor paralisado e o conduziram para o interior da nave. Os seres referiam-se à aeronave como um Vimana e transmitiram diversas informações sobre o cosmos e suas limitações físicas na Terra.
Os tripulantes explicaram a Arlindo que estavam enfrentando problemas técnicos porque haviam perdido um componente chamado “zurca”. Por conta dessa perda, a nave e a tripulação estavam vulneráveis à nossa atmosfera e não podiam entrar em contato com a água da chuva. Arlindo permaneceu desaparecido por várias horas, gerando buscas por parte de seus companheiros de caça. Ele foi encontrado posteriormente em estado de choque e desorientação, desidratado e com muita sede.
Ele relatou que os tripulantes lhe deixaram mensagens no decorrer da abdução. Ao voltar para a Terra o seu embornal continha símbolos estranhos. Hoje iremos analisar esses escritos.
Essa região do Sul de Minas Gerais abriga um sistema de sete cidades sagradas de grande importância energética e espiritual, Baependi fica próximo dessas sete cidade, o que faz muito sentido o Senhor Arlindo ter sido levado ao sair para caçar. Em seu depoimento, ele diz que os seres haviam perdido uma “zurca” a palavra refere-se a um artefato tecnológico, um tipo de isolante da própria aeronave. Ele ainda diz que essa tal “zurca” não poderia entrar em contato com a chuva.
A falta desse elemento (a Zurca) deixava os tripulantes ou o próprio Vimana vulneráveis aos elementos da nossa atmosfera. O contato com a água da chuva poderia causar uma reação física ou química perigosa para eles ou desestabilizar a nave, impedindo-os de operar normalmente. Os vimanas possuem restrições com elementos naturais do nosso plano físico (como a água da chuva afetando sua tecnologia devido à falta de um componente específico).
Além da “zurca” mencionada por Arlindo, ainda teve o curioso caso dos símbolos no embornal. A mensagem não era meramente técnica, mas sim um registro de mantras visuais, um idioma falado em Agharta, muitas vezes citada nesse site.

As letras são conectadas por uma linha superior ou possuem um fluxo contínuo. Os seres teriam usado a lona do embornal como o único suporte físico disponível no momento para registrar as condições de sua permanência ou de sua partida forçada. Ao observarmos a peça inteira emoldurada, fica claro que as escritas em linhas não cobrem todo o tecido, mas sim um canto específico. Algo foi propositalmente escrito e não são meras manchas no pano e nem meros rabiscos, há um padrão e espaçamentos.
O tecido funcionou como um registro acidental e improvisado. Os traços escuros não foram feitos com caneta, carvão ou tintas comuns. Eles foram impregnados no tecido por calor, por uma reação química. Para ser bastante direto esses caracteres pertencem ao que chamam de “Língua Vatannan”. O idioma Vattan é a língua sagrada falada em Agartha. A associação direta entre o idioma Vattan e Agartha surgiu no século XIX através do ocultista francês Alexandre Saint-Yves d’Alveydre no livro “Missão da Índia na Europa”.
Ele afirmou ter recebido ensinamentos de um mestre oriental (conhecido como Haji Sharif) que lhe revelou os segredos de Agartha. Segundo esses ensinamentos, o Vattan é o alfabeto primitivo da humanidade, uma língua mãe anterior ao Sânscrito, originalmente usada na Atlântida antes de o continente submergir. Com a destruição da Atlântida, os sábios teriam levado esse conhecimento para os refúgios subterrâneos de Agartha para preservá-lo da corrupção do mundo da superfície.
Diferente das línguas modernas, o Vattan não serve apenas para conversas cotidianas, do nosso dia a dia. Ele é descrito como um alfabeto arquetípico e mágico constituído por 22 letras. Irei disponibilizar para você leitor o alfabeto Vattan na imagem a seguir.

Cada letra do Vattan é baseada em formas geométricas exatas, pontos e linhas. Os esotéricos acreditam que escrever ou pronunciar os símbolos Vattan gera uma ressonância geométrica capaz de manipular energias sutis ou interagir com o éter. Esse idioma é o responsável por fazer por exemplo um vimana levitar, um dos responsáveis, já que para o vimana levitar, depende-se de outros elementos, como já citado em outras matérias no site.
Aquela escrita seria a própria assinatura gráfica da língua perdida da Atlântida se manifestando no tecido. estruturalmente, há coincidências de padrão entre os símbolos no embornal e o alfabeto Vattan. As 22 letras criadas por Saint-Yves d’Alveydre são geométricas e retilíneas. São compostas por ângulos retos, triângulos abertos, traços perpendiculares e pontos isolados, lembrando símbolos matemáticos. No embornal há uma clara linha contínua invisível que guia os traços, fazendo com que o final de uma “letra” pareça emendar no início da próxima, criando uma palavra inteira escrita.
Várias letras do Vattan de Saint-Yves utilizam uma raiz comum: um pequeno traço vertical que termina em um ângulo ou uma pequena curva para a direita ou esquerda (como ganchos).Na segunda e terceira linha do embornal, nota-se a repetição sistemática de pequenas “pernas” que descem e dobram para o lado de maneira idêntica. Isso indica que a escrita da lona compartilha da mesma lógica das tabelas do Vattan.
O alfabeto Vattan é essencialmente consonantal e ideográfico — o que significa que o leitor precisa deduzir ou conhecer a vocalização sagrada interna de cada símbolo. Nas fotos do embornal, não existem pontos flutuantes, traços superiores soltos ou pequenas marcas que indiquem acentuação ou vogais separadas, gerando um bloco maciço de escrita puramente consonantal, exatamente como as tabelas do Arqueômetro.

As imensas bibliotecas subterrâneas, localizadas principalmente sob a Cordilheira do Himalaia (Tibet/Índia), possuem quilômetros de galerias com a história do planeta gravada em colunas monolíticas utilizando exclusivamente os caracteres geométricos do Vattan. Nas câmaras secretas subterrâneas que existem abaixo da Esfinge de Gizé há registros originais da Atlântida gravados em caracteres também em Vattan.
Os seres não tinham a intenção de abduzir o Arlindo por motivos de estudo médico, por exemplo. A captura de Arlindo foi motivada por um incidente de segurança e uma emergência técnica deles, que se desdobrou em uma oportunidade de comunicação com o caçador. A permanência deles ali era puramente técnica e motivada por uma falha, a perda de um importante componente de sua nave.
A lona do embornal funcionou como uma carta aberta para que as ordens iniciáticas e os estudiosos da região soubessem que os povos internos de Agartha haviam cruzado a fronteira devido a um problema em suas aeronaves (Vimanas).




