Vimana é descrito como uma enorme estrutura aérea com várias salas, ele tinha a capacidade de se expandir ou contrair conforme o número de passageiros. No Mahabharata, livro hindu, o veículo concedido ao rei Vasu possuia uma estrutura cristalina e divina reluzindo no céu e emitindo luz própria, o que o fazia parecer um grande pássaro com asas brilhantes.

OS VIMANAS E OS DISCOS VOADORES

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O Pushpaka Vimana é descrito como uma enorme estrutura aérea com várias salas, ele tinha a capacidade de se expandir ou contrair conforme o número de passageiros. No Mahabharata, livro hindu, o veículo concedido ao rei Vasu possuia uma estrutura cristalina e divina reluzindo no céu e emitindo luz própria, o que o fazia parecer um grande pássaro com asas brilhantes.

Possuía também três rodas integradas que serviam para o movimento no solo, mas que presumivelmente eram recolhidas durante o voo dinâmico. Era uma estrutura cilíndrica alongada, similar a um charuto, também no formato arredondado, cônico ou discoidal, cor de chumbo, prata ou dourada. Uma máquina maciça e muito bela, que operava em três ambientes: terra, água e ar. Utilizava energia solar e fazia manobras de voo ziguezagueantes.

Tinha a capacidade de absorver a luz solar e criar uma névoa artificial ao redor da nave, tornando-a invisível para quem estava no solo ou no ar. O vimana conseguia mudar sua aparência visual para parecer uma nuvem escura ou até mesmo um corpo celeste brilhante. O mercúrio era intensamente aquecido e rotacionado em alta velocidade e alimentando o vimana para o voo celeste. Esse processo gerava um vórtice ou turbilhão magnético e de vapor pressurizado, que criava um empuxo vertical capaz de anular a gravidade e fazer o veículo flutuar de forma estável.

Os vimanas carregavam lentes e cristais refletores especiais instalados no topo da fuselagem. Esses cristais tinham a propriedade de absorver os raios solares, e os raios emitidos pelas pirâmides existentes naquela época, na Atlântida, e filtrá-los e convertê-los diretamente em energia eletromecânica. A vontade do piloto controlava a direção e a velocidade daquele maquinário voador. Os Vailixi de origem atlante possuíam o formato discoidal e usava como energia de sustentação a energia Vril.

Quando a Atlântida começou a se corromper espiritualmente e afundar, sobreviventes e colonizadores teriam migrado para a Ásia (dando origem à “Quinta Raça-Mãe”, os Indo-Arianos), levando consigo os segredos de construção dessas naves, o que teria gerado os relatos indianos sobre os vimanas. Os Devas e os Asuras podiam pilotar os vimanas, eram mais altos que os humanos atuais, emanavam uma luz própria intensa, chamada de Tejas. Suas peles e corpos pareciam brilhar como o ouro ou o sol, e eles não projetavam sombras já que muitas vezes estavam noutra dimensão.

De uma beleza impecável, cabelos longos e expressivos olhos amendoados. Haviam sub-raças atlante que possuíam peles de cor vermelho-escura, além dos Toltecas, que possuiam traços físicos que lembram os antigos maias ou indígenas americanos, mas com feições muito refinadas, pele acobreada e cabelos pretos lisos.

Possuíam uma capacidade cerebral avançada, o que permitia controlar os sistemas de navegação dos vimanas puramente através da energia mental e telepatia. A veste era um macacão flexível e leve, mas com propriedades de isolamento extremo. O traje era à prova de fogo, impermeável à umidade e capaz de repelir descargas elétricas geradas pelos motores de mercúrio e cristais da aeronave, não podendo utilizar das roupas civis, pois elas pegariam fogo ou sufocariam o tripulante devido à eletricidade e aos vapores da nave.

O capacete era rígido e cobria toda a cabeça e o pescoço. Acoplados ao capacete, os visores não eram de vidro comum. Utilizavam lentes feitas de cristais lapidados e tratados com compostos químicos. Essas lentes agiam como filtros solares agressivos, protegendo os olhos do piloto da radiação ultravioleta em altas altitudes e do brilho ofuscante dos raios solares captados pelos espelhos, chamados de darpanas da nave. As extremidades do corpo também exigiam vedação completa para evitar choques no painel de controle.

Muitos sugerem que os OVNIs avistados hoje saindo de montanhas, mores, rios, vulcões ou dos polos terrestres seriam vimanas operados pelos povos ancestrais. A conexão visual é clara, o formato e as capacidades de camuflagem e velocidade.

Acredita-se que nos pontos exatos dos polos geográficos existem imensas aberturas cônicas e sem gelo, locais onde os vimanas entrariam e sairiam, do O Monte Shasta ao Deserto de Gobi e nos confins do Tibete. No Brasil teriam 3 sistemas geográficos: Serra do Roncador no Mato Grosso, São Lourenço em Minas Gerais e Itaparica na Bahia. Locais onde um dia foram embocaduras para esses vimanas, entrada e saída. Lugares tidos como sagrados hoje e no passado, mas que na verdade eram passagens para esses vimanas.

O desfiladeiro de Kongka La, no Himalaia é muito misterioso, esta é a região de fronteira disputada entre a Índia e a China, sendo considerada por ufólogos um dos pontos com maior atividade de “vimanas modernos” ou os tais chamados “discos voadores” no planeta. Moradores locais da região de Ladakh e viajantes relatam com frequência discos voadores extremamente silenciosos, que emergem diretamente das montanhas rochosas e sobem verticalmente ao céu em velocidades impressionantes. Devido ao terreno inacessível de alta altitude, teóricos dos astronautas antigos afirmam que o desfiladeiro abriga hangares e bases subterrâneas ativas onde essas naves ancestrais entram e saem. Tanto o exército indiano quanto o chinês mantêm forte patrulha na área, mas tratam os avistamentos com sigilo militar.

Peregrinos e monges afirmam ver luzes e objetos no formato pirâmidal flutuando ao redor do pico da montanha no Tibete o Monte Kailash. O formato cônico dessas luzes bate exatamente com a descrição física do Rukma Vimana detalhado nos manuscritos antigos. Embora distante da Índia, Triângulo de Mênis na Romênia é famoso na literatura ufológica por relatos de “naves brilhantes cor de ouro” que entram e saem de cavernas montanhosas, o que ufólogos associam à tecnologia de energia Vril e aos vimanas que teriam migrado com as civilizações antigas pós-cataclismo.

Os movimentos descritos nos textos hindus antigos e no Vaimanika Shastra são idênticos aos manobrados por discos voadores relatados por pilotos de aviões e relatos de contatados nos dias de hoje. Os vimanas eram descritos fazendo curvas abruptas em ângulos de 90 graus, parando instantaneamente no ar (voo pairado) e acelerando a velocidades que desafiavam as leis da física da época. O mesmo podemos ver em vídeos desclassificados pelo Pentágono nos EUA.

Assim como as testemunhas de OVNIs relatam luzes pulsantes, feixes de energia os vimanas eram descritos emitindo um brilho “como o Sol”. Descrito como uma estrutura circular, dourada, em formato de cone ou prato invertido, o que equivale perfeitamente ao clássico disco voador. Descrito como uma aeronave cilíndrica, longa e veloz, correspondendo exatamente aos famosos OVNIs em formato de charuto.

Como a humanidade antiga não tinha conceitos científicos para descrever trajes de astronautas, radiação, armas laser ou motores de combustão, eles usaram a linguagem que conheciam: chamaram os astronautas de “deuses”, as armas de raios de “astras” e as naves de “carruagens celestes”.

Os avistamentos atuais de OVNIs cilíndricos (charutos) ou circulares (discos) em locais isolados da Ásia são a prova viva de que os vimanas do Mahabharata nunca deixaram de operar; apenas mudamos o nome de “carruagem dos deuses” para “disco voador”.

Os vimanas carregavam lentes e cristais refletores especiais instalados no topo da fuselagem. Esses cristais tinham a propriedade de absorver os raios solares, e os raios emitidos pelas pirâmides existentes naquela época, na Atlântida, e filtrá-los e convertê-los diretamente em energia eletromecânica.

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