WASHINGTON D.C. — No dia 21 de julho de 2026, houve uma reviravolta histórica voltada à transparência governamental, pois o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a derrubada dos acordos de confidencialidade (NDAs) e termos de sigilo impostos a testemunhas, ex-funcionários do governo e prestadores de serviços envolvidos em investigações de OVNIs (agora chamados Fenômenos Anômalos Não Identificados — UAPs).
Esta assinatura de uma nova diretriz remove as barreiras legais e o medo de punições judiciais ou profissionais que impediam que ex-militares, funcionários de inteligência e contratados do setor privado relatassem o que testemunharam ao longo de décadas.
Com a nova ordem, qualquer pessoa que possua dados ou tenha presenciado fenômenos aéreos inexplicáveis está oficialmente autorizada a fornecer depoimentos detalhados e evidências à força-tarefa da Casa Branca e ao escritório de resolução de anomalias do Pentágono (AARO).
Principais Pontos do Decreto de Transparência
- Fim das punições: Testemunhas não correm mais o risco de perder pensões, autorizações de segurança ou enfrentar processos civis e criminais por quebra de sigilo sobre UAPs.
- Foco em ex-colaboradores: A liberação abrange especificamente ex-membros das Forças Armadas, ex-agentes federais e prestadores de serviços que operavam sob severos termos de confiabilidade.
- Canal Direto: Relatórios e dados anteriormente omitidos por amarras contratuais agora devem ser enviados diretamente ao sistema de coleta do governo norte-americano.
Contexto de uma Escalada de Divulgações
A quebra das amarras legais das testemunhas ocorre na esteira de uma maciça campanha de desclassificação de arquivos iniciada pela administração de Donald Trump. O Pentágono e o Departamento de Guerra já disponibilizaram ao público múltiplos lotes de documentos confidenciais por meio do portal oficial www.war.gov/ufo.
Entre os materiais liberados nos lotes anteriores, destacam-se:
- Vídeos em infravermelho e termais de objetos à deriva sobre o Oceano Atlântico e nos céus.
- Registros de radar mostrando artefatos em formato de estrela de seis pontas rastreados por sensores militares.
- Relatórios e transcrições da era Apollo nos quais astronautas descreviam fragmentos e luzes inexplicáveis flutuando perto de suas naves espaciais, dentre outros materiais.
O Impacto e as Próximas Etapas
Os ufólogos afirmam que o fim dos termos de confidencialidade era o elemento que faltava para que “arquivos vivos” viessem a público. Diversos denunciantes já haviam apontado ao Congresso norte-americano que o medo de retaliações na carreira sufocava dados cruciais sobre projetos secretos, resgates de naves e corpos não humanos e de avistamentos ufológicos.
Embora o Pentágono e a AARO continuem mantendo formalmente a posição de que nenhum dos arquivos analisados até agora comprova tecnologia alienígena ou visitas extraterrestres, cientistas e congressistas concordam que a liberdade dada às testemunhas mudará drasticamente o tom das investigações a partir de agora.
Assim, esta decisão gerou uma onda global de entusiasmo entre entusiastas, cientistas e jornalistas, que agora aguardam uma enxurrada de revelações históricas nos próximos meses, enquanto o público pressiona por transparência total sobre o fenômeno. No cenário internacional, o decreto coloca forte pressão diplomática sobre outras potências globais — como os países da OTAN, a China e a Rússia —, que agora enfrentam cobranças internas para abrir seus próprios arquivos secretos de UAPs e alinhar suas políticas de defesa a esta nova era de desclassificação global.
No cenário nacional, o reflexo desse movimento global de transparência encontrou forte eco na campanha de mobilização liderada pelo ufólogo Edison Boaventura Júnior. Diante da guinada promovida pelos Estados Unidos, o especialista impulsionou uma petição pública destinada a coletar assinaturas para exigir que a Presidência da República, o Departamento de Defesa e o Congresso Nacional sigam o exemplo internacional e ampliem a abertura e a liberação de novos documentos e mídias sobre OVNIs e UAPs arquivados no Brasil. A iniciativa busca romper com gargalos burocráticos internos, fortalecendo o uso da Lei de Acesso à Informação para garantir que novos registros oficiais de avistamentos militares em território brasileiro, de classificação secreta e ultrassecreta também sejam integralmente disponibilizados à Sociedade.
Para assinar a PETIÇÃO PÚBLICA click neste LINK.


