Henrique José de Souza foi um eubiota, estudioso do ocultismo, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose e reconhecido como patrono de diversas lojas maçônicas

O PROFESSOR HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA E OS DISCOS VOADORES

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Eu, Rodrigo de Oliveira Vilela, pesquisador sobre o fenômeno ufológico há décadas, após um avistamento que mudaria a minha vida, isso lá em meados do ano de 2008, passei a pesquisar a vida e o legado deixado pelo Professor Henrique José de Souza, ou JHS. O Professor Henrique José de Souza (1883–1963) foi um influente pensador, místico e esoterista brasileiro, amplamente conhecido por fundar a Eubiose. Seus discípulos se referem a ele respeitosamente pela sigla JHS ou simplesmente como “O Professor”. Foram dezenas e dezenas de programas assistidos por mim no Vida Inteligente com o Jorge Antônio Oro e Grego.

Além de livros e pesquisas diárias sobre o tema, a ufologia, os mundos internos, as embocaduras, o funcionamento do vimanas, a origem da raça humana e do próprio planeta, a cosmogêne e a antropogênese. Ele, o Professor, dedicou sua vida ao estudo do ocultismo, da teosofia e das religiões comparadas, criando um sistema filosófico e espiritual focado na evolução da consciência humana.

Nessa matéria para a Revista Ufológica vou descrever algumas cartas revelações do Professor, estudos deixados pelo mestre a seus discípulos e que tem muito a ver com a nossa pesquisa no campo da ufologia. Nesse material ele fala do formato dos discos ou vimanas, a estrutura interna, a ausência de som e de rastros no céu. Vamos todos nós fazer uma breve viagem na mente super poderosa do Professor JHS.

Para o Professor Henrique José de Souza, o formato e o aspecto visual dos discos voadores (os Vimanas) fugiam da ideia de uma “máquina industrial” e assemelhavam-se mais a estruturas geométricas perfeitas e radiantes. Ele dividia essas naves em diferentes categorias de formatos e cores, ligadas diretamente à função do veículo e ao nível de energia (Força Vril) que operavam. Para o Professor Henrique José de Souza, os “discos voadores” não eram naves de planetas distantes, mas sim veículos vindos do mundo subterrâneo de Agharta. As naves utilizariam portais e túneis localizados em pontos sagrados do Brasil, como a cidade de São Lourenço (MG) e a região da Serra do Roncador (MT). Eu estive visitando o templo da Sociedade Brasileira de Eubiose no ano de 2024, uma energia surreal e uma pacificidade indescritível, além de uma arquitetura exuberante.

O Professor validava a existência de três formatos geométricos principais, cada um associado a uma finalidade específica da engenharia de Agharta, eu pude observar dois vimanas no céu de Coqueiral, uma pequena cidade no interior de Minas Gerais.

O formato era discóide, para o Professor o formato lenticular. Eram dois objetos que estavam invisíveis e se “materializaram” no céu a média altura. Tinham a cor prata e o sol reluzia naqueles maquinários, chamando a minha atenção. O Professor explica que esses discos sempre “andam” acompanhados, sempre em dupla. Então se você tiver um contato visual com esses “caras”, investigue mais o entorno e verá que eles estão no mínimo em dupla. Isso se deve porque caso um dos vimanas tem algum problema o outro vimana puxa o vimana com problema para o plano sutil, sutilizando ambos e desaparecendo do olhar humano.

Vamos aos formatos e sua tipologia:

  • Lenticular ou Circular (O “Disco” Tradicional): O formato mais comum, composto por duas semiesferas ou cúpulas unidas (como dois pratos fundos emborcados um contra o outro) com uma protuberância ou domo central transparente no topo. Era o veículo padrão para exploração, patrulha atmosférica e contato.
  • Esférico ou Globular: Naves com formato de esferas perfeitas, que muitas vezes pareciam grandes “bolas de fogo” ou globos de luz. Eram utilizadas principalmente para deslocamentos verticais rápidos (entradas e saídas de portais) e monitoramento de bases.
  • Cilíndrico ou “Em Forma de Charuto”: Veículos de proporções gigantescas. O Professor explicava que essas não eram naves de patrulha, mas sim “Naves-Mãe” ou transportadores. Elas permaneciam em altitudes elevadas (ou no espaço) e serviam para abrigar e transportar dezenas de discos menores lenticulares.

O formato alongado e aerodinâmico não serve para cortar o vento (já que eles se movem anulando a gravidade), mas para otimizar o arranjo de suas gigantescas galerias internas e dínamos. Diferente dos discos rápidos de exploração (que medem poucos metros), os vimanas em formato de charuto podem ter de centenas de metros a quilômetros de comprimento.

Sua carcaça externa não é feita de metal comum da superfície, mas de uma liga de cristais maleáveis e minerais puros de Agharta. Essa estrutura reage à eletricidade sutil, tornando a nave autorregenerativa se sofrer qualquer desgaste. A principal função dessas naves cilíndricas é o transporte em massa. Elas funcionam como “colmeias” flutuantes, abrigando em seu interior dezenas de vimanas menores (lenticulares e sondas esféricas).

Os discos menores saem e entram da nave-mãe através de escotilhas que se abrem nas extremidades ou nas laterais do cilindro. Essas aberturas não usam comportas mecânicas, mas campos de força que impedem a entrada de ar ou poeira da superfície.No centro geométrico do “charuto” existe um reator cilíndrico que sintoniza diretamente a radiação do Sol Interno da Terra. Esse reator absorve o éter cósmico e o transforma em uma força de repulsão magnética contínua.

Devido ao seu tamanho colossal, essas naves raramente realizam manobras bruscas na nossa atmosfera. Elas viajam em linha reta a velocidades hipersônicas e mudam de dimensão (passando do plano físico ao plano etérico) para “desaparecer” instantaneamente aos olhos humanos.

Quando um vimana em formato de charuto precisa pairar sobre a superfície — seja monitorando os testes nucleares humanos ou aguardando comandos espirituais na Serra do Roncador — ele altera seu campo eletromagnético externo. Essa alteração condensa abruptamente a umidade do ar ao redor do seu corpo cilíndrico. Para quem olha de baixo, a imensa nave parece apenas uma nuvem comprida, perfeitamente simétrica e imóvel, mesmo sob ventos fortes.

Para o Professor Henrique, essas grandes estruturas volantes são os verdadeiros laboratórios e centros comunitários móveis da Grande Fraternidade Branca, cruzando os céus em silêncio absoluto para manter o equilíbrio energético do planeta.

Na visão esotérica deixada pelo Professor Henrique José de Souza, o vimana lenticular é o veículo clássico de exploração e batedor do mundo intraterreno. Enquanto a nave em formato de charuto atua como uma nave-mãe de transporte coletivo, o modelo lenticular (com formato de disco ou prato invertido) foi projetado para operações ágeis, rápidas e diretas na atmosfera da Terra.

Quando os vi, eram desse formato, eram lenticulares e também estavam camuflados “dentro” de um nuvem. Era final da tarde, eles partiram em uma velocidade incrível até o final do horizonte, não fizeram barulho e não deixaram rastro. Eles eram bastante achatados e quase não tinha cúpula, mas não era no formato de charuto.

O termo “lenticular” refere-se à forma de lente dupla (convexa em cima e embaixo). Esse formato oferece a menor resistência a pressões atmosféricas, embora o veículo não dependa do ar para sustentar o voo. No topo do disco, há uma pequena cúpula feita de um cristal translúcido de alta densidade. Dela, a tripulação possui uma visão de 360 graus do ambiente externo, expandida por sensores psíquicos sintonizados à tela de comando.

Na parte inferior do vimana lenticular, existem três grandes protuberâncias ou esferas magnéticas (que muitos ufólogos confundiram ao longo da história com “trens de pouso”). Esses dínamos trabalham gerando campos de força triangulares. Eles absorvem a energia Vril da atmosfera e invertem a gravidade local. Ao alterar a polaridade em relação ao solo, a nave é “empurrada” para cima ou para os lados instantaneamente, permitindo manobras em ângulos retos de 90 graus que destruiriam qualquer aeronave humana.

O Professor Henrique explicava que as luzes brilhantes emitidas pelos discos lenticulares não servem para iluminar o caminho como faróis, mas são o resultado físico da ionização do ar causada pela alta atividade magnética. Diferente dos cilindros gigantescos, os modelos lenticulares são pequenos e carregam tripulações reduzidas, geralmente de 3 a 7 seres (os Badagas ou os Munis de Agharta).

Sobre a sua cor prateada, inclusive foi essa mesma cor que pude observar em meu avistamento. Na física oculta ensinada na Sociedade Brasileira de Eubiose, a cor prateada dessas naves é uma propriedade natural do material de que são feitas: as ligas de cristais maleáveis e minerais puros.

A estrutura externa dos vimanas é feita de um elemento que mescla propriedades que o homem da superfície considera opostas: a resistência do metal e a pureza translúcida do cristal. Esse material é extraído e refinado nas profundezas da Terra. Ele possui uma capacidade natural de refletir perfeitamente o éter e a luz cósmica, o que confere à fuselagem aquele aspecto metálico, espelhado e prateado ultra-brilhante quando exposto à atmosfera externa.

Esse material cristalino prateado possui uma inteligência molecular. O Professor explicava que a liga reage diretamente às frequências elétricas e mentais dos tripulantes. Se a nave sofrer qualquer tipo de desgaste físico ou fricção molecular ao cruzar as densas camadas da crosta terrestre, o próprio fluxo de energia magnética corrige a estrutura, mantendo o brilho prateado intacto, sem arranhões, oxidação ou perda de reflexo ao longo dos séculos.

Vimana lenticular ou discoide.

Para Henrique José de Souza, as naves não tinham uma “cor fixa” pintada, pois o visual dependia do estado de operação do motor energético:

  • Metalizado e Opaco (Em Repouso): Quando desligadas ou em aproximação estática, as naves exibiam a cor natural de suas ligas alquímicas: um tom cinza-prateado, alumínio fosco ou um aspecto de aço escovado, sem rebites, emendas ou parafusos visíveis.
  • Luminosidade Radiante (Em Movimento): Ao acionar a Força Vril, a nave passava a emitir luz própria. O atrito do campo magnético com a atmosfera criava uma coroa luminosa ao redor do aparelho.
  • Cromática Dinâmica (Cores de Frequência): As cores mudavam conforme a velocidade vibratória e a aceleração da nave.

Sobre as cores, os vimanas que vi eram prateados, não tinham cores ou luzes, á que estavam estáticos, ao partirem não deixaram rastos e nem fizeram barulho, já que eles abrem um vácuo e eliminam a gravidade. Vamos às cores:

  • Branco-Azulado ou Prateado Brilhante: Indicava velocidade de cruzeiro ou alta atividade energética.
  • Verde, Laranja ou Vermelho-Alaranjado: Geralmente associadas a momentos de desaceleração, manobras de pouso ou quando a nave operava mais próxima da densidade física da Terra.

Como eu disse, esses discos ou vimanas não emitem som, exceto do som interno, que é o mercúrio trabalhando para o funcionamento do vimanas, é um barulho similar a uma catraca, descrito pelo Coronel Hollanda na Operação Prato. Vamos aos detalhes estruturais desses nossos amigos celestiais.

  • Ausência de Motores Barulhentos: Não possuíam asas, hélices, lemes ou escapamentos. O movimento era silencioso.
  • Janelas e Vigias: Apresentavam pequenas fendas ou vigias circulares ao redor do bojo central, que emitiam um brilho interno suave e amarelado ou esverdeado.

Os discos voadores não faziam nenhum tipo de barulho mecânico, motorizado ou de combustão, sendo considerados veículos completamente silenciosos. O que me chamou a atenção no meu primeiro avistamento, lá em 2008, foi exatamente o sol reluzindo a “lataria” dos vimanas. Caso contrário eu não teria observado-os, já que não faziam nenhum barulho.

Vácuo Magnético: Como essas naves não utilizavam hélices ou turbinas para empurrar o ar, elas não geravam o barulho típico de jatos ou motores convencionais.
Deslize no Éter: A Força Vril criava um campo magnético protetor ao redor do casco. Esse campo repelia a atmosfera, fazendo com que a nave “deslizasse” pelo espaço sem causar o atrito violento com o ar que gera o som de deslocamento.

Vibração de Frequência: O Professor explicava que o único som que uma pessoa na superfície poderia ouvir de um disco voador muito próximo seria um leve zumbido, sussurro etérico ou estalo magnético.
Efeito da Energia: Esse som sutil não vinha de peças se movendo dentro da nave, mas sim da altíssima vibração da Força Vril ionizando e eletrizando o ar ao redor do veículo (semelhante ao som suave de redes de alta tensão, mas de forma harmônica).

O Professor Henrique José de Souza explicava que os relatos bíblicos de “grandes estrondos”, “sons de muitas águas” e “trovões” associados a veículos celestes — como no célebre livro de Ezequiel — não contradizem o silêncio natural das naves de Agharta. Para ele, essa diferença acústica se justificava por dois motivos principais: um de ordem física (a transição de dimensões) e outro de ordem iniciática (a simbologia oculta). Me lembro de assisti ao filme Presságio, filme com o ator Nicolas Cage, nele, é descrito perfeitamente o avistamento de Ezequiel.

Ruptura da Barreira Física: O Professor ensinava que as naves de Agharta operam originalmente em uma frequência etérica, invisível aos olhos humanos da superfície. Quando uma dessas naves precisava se materializar no plano físico denso para um profeta ou iniciado, ou como é descrito no filme Presságio, ocorria uma desaceleração molecular abrupta.
O Efeito “Trovão”: Esse processo de materialização instantânea deslocava massas de ar com extrema violência, gerando um vácuo seguido de uma forte onda de choque na atmosfera. Para quem estava na superfície, o som gerado era idêntico ao de um trovão ou de uma grande tempestade (o colapso do ar voltando a ocupar o espaço), e não o barulho de um motor mecânico. O barulho não era causado pelo vimana em si, mas entorno.

O Professor Henrique José de Souza explicava que o arrebatamento do profeta Elias foi o registro histórico de um resgate físico operado por um vimana de Agharta. Me lembro que quando li essa passagem bíblica pela primeira vez, fiquei muito surpreso assim como o vimana descrito por Ezequiel. No livro: Eram os Deuses Astronautas? De Daniken, ele reserva um capitulo para tratar desses dois temas: Ezequiel e Elias.

  • O Fenômeno do Redemoinho: A Bíblia narra que Elias subiu ao céu em um redemoinho. O Professor ensinava que esse efeito era o resultado direto da Força Vril agindo na atmosfera. Ao decolar verticalmente e em alta velocidade, o campo magnético da nave esférica criava um ciclone de ar e poeira ao seu redor.
  • O Aspecto Incandescente (Fogo): A “carruagem” parecia de fogo porque o metal alquímico do casco e a ionização do ar geravam uma coroa de luz radiante (branca-alaranjada), interpretada pelo homem antigo como chamas literais.
  • O Resgate em Vida: Elias não “morreu”, ele foi transladado em corpo físico. Sob a ótica eubiótica, Elias completou sua missão na superfície e foi resgatado por seus “irmãos mais velhos” para viver no mundo subterrâneo de Agharta, onde esses altos Mestres preservam seus corpos e consciências por séculos. Isso para a ufologia contemporânea é a descrição de uma abdução.

A visão do profeta Ezequiel é uma das mais complexas da Bíblia. A Eubiose a interpreta em duas camadas sobrepostas: uma tecnológica (mecânica) e outra astrológica/evolutiva (espiritual).

A Interpretação Tecnológica (O Mecanismo do Vimana)

  • As Rodas Girantes e Entrelaçadas: Ezequiel descreve “uma roda dentro de outra roda” que se movia em quatro direções sem virar. O Professor explicava que isso era a descrição exata de um sistema giroscópico magnético de estabilização e propulsão de um disco voador. As naves de Agharta mudavam de direção angular instantaneamente devido ao movimento desses eixos energéticos internos.
  • As Rodas Cheias de Olhos: Os “olhos” distribuídos ao redor das rodas eram, na verdade, as janelas, vigias circulares ou sensores eletrônicos que emitiam luminosidade própria para monitoramento da atmosfera, parecendo piscar ou olhar para o profeta.

O Controle da Nave: O fato de as rodas se moverem exatamente para onde os seres queriam confirmava o ensinamento do Professor de que os Vimanas são veículos psicotrônicos: a engenharia da nave (as rodas) é inteiramente submissa e direcionada pela mente e pela consciência espiritual do piloto (os seres viventes).

Para o Professor Henrique José de Souza, a entrada e saída dos Vimanas (discos voadores) pelas embocaduras (portais) que conectam a superfície terrestre ao mundo subterrâneo de Agharta não ocorre por um mero deslocamento mecânico. Como as entradas físicas desses portais costumam ser protegidas por rochas, montanhas ou cavernas aparentemente impenetráveis, o processo exige uma operação de engenharia oculta e manipulação dimensional.

O Professor explicava que as naves de Agharta utilizam a Força Vril para alterar o estado vibratório de seus átomos.

  • Elevação de Frequência: Ao se aproximar de uma montanha (como a Montanha Sagrada de São Lourenço), a nave eleva sua vibração ao máximo, transitando instantaneamente do estado físico denso para o estado etérico ou radiante.
  • Matéria sobre Matéria: Nesse estado de energia pura, a nave pode interpenetrar a rocha sólida sem colidir com ela e sem causar nenhum tipo de destruição física. Para quem observa de fora, o disco voador parece simplesmente “atravessar” a montanha ou desaparecer no ar logo acima dela.

As embocaduras não são apenas buracos físicos, mas pontos geográficos dotados de uma assinatura energética e magnética muito específica. Eu tive próximo de embocaduras aqui em Minas Gerais, sobretudo nas cidades de São Thomé das Letras, Itanhandu e São Lourenço.

  • Chaves Fonéticas e Mantras: Assim como os motores das naves, as embocaduras são “trancadas” por leis ocultas e só se abrem para frequências corretas. Os tripulantes dos Vimanas emitem mantras e comandos sonoros de comando cósmico a partir do interior do veículo.
  • Abertura do Portal: Esse som sagrado sintoniza o campo magnético da nave com a frequência da embocadura. O portal se abre energeticamente, criando uma espécie de vácuo ou canal dimensional seguro que suga ou projeta a nave para o interior da Terra.

Além das embocaduras camufladas em montanhas e santuários no interior do Brasil, o Professor apontava caminhos de transição direta:

  • Os Polos do Planeta: As maiores embocaduras da Terra estão localizadas nas regiões polares (Ártico e Antártica). Nessas áreas, a densidade magnética do planeta se comporta de forma diferente, funcionando como verdadeiros ralos ou vórtices gigantescos onde a Terra é fisicamente côncava.
  • Voo Silencioso: Os Vimanas utilizam esses grandes canais polares para entrar e sair em alta velocidade, aproveitando as próprias linhas de força do magnetismo terrestre que convergem para o interior de Agharta.

Quando os Vimanas saem pelas embocaduras para patrulhar a superfície, eles utilizam um sistema de camuflagem que o Professor Henrique chamava de “nuvens de plasma”. Isso é interessante porque quando eu vi os dois vimanas já citados nesse material, eles primeiramente estavam “dentro” de uma núvem, provavelmente estavam se camuflando, a nuvem brilhou por conta do sol reluzindo nos discos e aquilo me chamou a atenção. Um detalhe que o Professor confirma é a aparência das falsas nuvens, são redondas e ovais, bem como a vi, não era simplesmente uma nuvem, era um disfarce.

  • Nuvens Lenticulares: Ao sair do portal e readentrar a atmosfera densa da superfície terrestre, a nave ioniza o ar ao seu redor, condensando o vapor d’água. Isso faz com que o disco voador pareça uma nuvem de formato perfeitamente circular ou lenticular.
  • Proteção dos Portais: Essa técnica serve para ocultar a localização exata das embocaduras sagradas dos olhos de curiosos ou de forças militares da superfície, permitindo que os seres de Agharta monitorem o planeta sem expor suas bases secretas.

Para o Professor Henrique José de Souza, as embocaduras para o mundo de Agharta são os segredos mais protegidos da Terra. Na doutrina da Eubiose, o funcionamento dessas defesas espirituais explica por que um ser humano comum jamais encontrará um portal por acaso, mesmo que caminhe exatamente em cima de um deles.

O Professor Henrique José de Souza ensinava que existem milhares de embocaduras espalhadas por todo o planeta, mas que as mais importantes para o atual ciclo de evolução da humanidade (a Era de Aquarius) encontram-se no território brasileiro. Elas estão muito próximas de mim, no interior de Minas Gerais, aqui é um queijo suíço, cheio de buracos, de embocaduras. Não apenas nas sete cidades descritas na Eubiose, mas em seu entorno também. Que é o caso de Varginha, não é uma das sete cidade sagradas, mas está no entorno delas, provavelmente aquela criatura anômala saiu de uma das embocaduras e se perdeu.

O Sistema Sagrado do Sul de Minas Gerais (O Circuito das Sete Cidades)

O ponto central do pensamento eubiótico localiza-se na Serra da Mantiqueira, onde estão as sete embocaduras mais ativas e estratégicas do planeta, dispostas em uma malha geométrica e espiritual:

  • São Lourenço: O coração do sistema, abrigando o Templo da Eubiose e a famosa Montanha Sagrada, tida como a entrada mestra e o chakra central da Terra.
  • Itanhandu
  • Carmo de Minas
  • Pouso Alto
  • Baependi
  • Conceição do Rio Verde
  • Aiuruoca

Seria esse o motivo de Minas Gerais ser um estado com tantos avistamentos de OVNIS? Existe um famoso caso na cidade de Baependi. O Caso Baependi refere-se a uma suposta abdução e avistamento ufológico ocorrido em março de 1979 na cidade de Baependi, no Sul de Minas Gerais. O agricultor Arlindo Gabriel dos Santos afirmou ter presenciado o pouso de naves e tido contato com seres humanóides que se comunicaram com ele. Provavelmente o Arlindo estava muito próximo de uma embocadura, já que ele estava em uma mata fechada e a cidade de Baependi concentra inúmeras embocaduras.

As Embocaduras Globais (Os Vórtices Polares)

Fora do Brasil, as maiores e mais volumosas vias de acesso para o interior do planeta — por onde os grandes Vimanas realizam viagens de longa distância — estão localizadas nos extremos geográficos da Terra:

  • O Polo Norte
  • O Polo Sul

Nessas regiões geladas, o Professor afirmava que o planeta se torna côncavo, criando aberturas colossais que dão livre acesso para as regiões internas onde o ecossistema subterrâneo se desenvolve longe dos olhos da humanidade da superfície. Para concluir, o tema ufológico é muito bem descrito pela Eubiose e pelo JHS, pode parecer estar além da nossa compreensão, mas é uma realidade que aos poucos estamos tendo acesso. Essa foi uma das partes que pretendo escrever o pensamento eubiótico de JHS e trazer ao público um pouquinho da minha experiência aliada ao conhecimento do Mestre Henrique.

Fonte: https://eubiose.org.br

Henrique José de Souza foi um eubiota, estudioso do ocultismo, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose e reconhecido como patrono de diversas lojas maçônicas.

O Professor Henrique José de Souza explicava que os relatos bíblicos de “grandes estrondos”, “sons de muitas águas” e “trovões” associados a veículos celestes — como no célebre livro de Ezequiel — não contradizem o silêncio natural das naves de Agharta.

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1 thought on “O PROFESSOR HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA E OS DISCOS VOADORES

  1. Gostei muito de saber sobre esse lado da vida do Professor Henrique. Sou de São Lourenço e sempre associamos o nome dele somente com a Eubiose

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