O Caso Varginha refere-se a uma série de avistamentos de OVNIs e criaturas misteriosas ocorridos em janeiro de 1996 em Varginha, Minas Gerais. O episódio envolveu relatos de captura de seres extraterrestres pelo Exército Brasileiro e gerou intensa movimentação militar e médica, tornando-se o caso ufológico mais famoso do Brasil.

O PROFESSOR HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA E O CASO VARGINHA

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O Professor Henrique afirmava que os verdadeiros tripulantes dos Vimanas eram seres de forma humana perfeita, belos e de altíssima evolução. No entanto, ele explicava que para realizar determinadas missões pesadas ou perigosas na nossa atmosfera poluída, esses Mestres não arriscavam seus próprios corpos. Essa é outra parte em que descrevo um pouquinho do conhecimento de JHS, caso tenha interesse em compreender melhor quem foi JHS e o funcionamento dos vimanas, leia a matéria anterior “PROFESSOR HENRIQUE JOSÉ DE SOUZA E OS DISCOS VOADORES” no site da Revista Ufológica.

  • Autômatos Biológicos: Eles utilizavam seres criados artificialmente em laboratórios subterrâneos. Eram espécies de androides biológicos, clones ou “golens” sem alma espiritual própria.
  • O Caso Varginha: Criaturas baixas, de pele marrom/viscosa, olhos vermelhos e veias saltadas (como o descrito em Varginha) seriam equivalentes a esses robôs biológicos descartáveis. Eles eram enviados à superfície para colher amostras ou executar medições e, às vezes, devido a falhas magnéticas, acabavam sofrendo acidentes e sendo abandonados por não possuírem uma individualidade espiritual a ser resgatada.

Outra explicação dentro das leis de evolução da Eubiose é a involução biológica. Assim como existem raças que caminham para a perfeição espiritual, existem linhas de vida que falharam em ciclos passados (como na Atlântida ou na Lemúria).

  • Degeneração Física: Seres de aspecto deformado, cabeças desproporcionais e ausência de órgãos vitais comuns (características atribuídas aos Greys e ao ser de Varginha) representariam o “refugo” de linhagens genéticas antigas que se degeneraram ao se isolarem em cavernas pantanosas ou zonas periféricas do submundo, longe do sol central de Agharta. São seres sobreviventes, mas desprovidos da gloriosa evolução da Fraternidade Branca.

Pude conversar em diversas ocasiões com o Dr. Janini e o Dr Ítalo, ambos os médicos que vieram a público trazer informações sobre o caso Varginha, também escrevi uma matéria sobre esse tema em aqui em nosso site.

Em suma, se o Professor estivesse presente durante o caso de Varginha, ele provavelmente diria que as meninas não viram um “extraterrestre de outro planeta”, mas sim o acidente ou a fuga de uma criatura marginal do submundo (ou um robô biológico de exploração) que cruzou por engano uma das muitas embocaduras da região mineira. Na matéria anterior a essa, eu escrevo sobre as embocaduras no sul de Minas Gerais e as setes cidade especiais.

O Professor faleceu décadas antes do incidente em Varginha, mas ele deixou um conhecimento vasto, que podemos ter acesso e relacioná-lo por exemplo ao Caso Varginha ou as criaturas greys.

Em suas volumosas obras sobre teosofia, alquimia e ocultismo, ele descreveu com precisão a existência de criaturas artificiais chamadas Homúnculos (ou clones biológicos) e o conceito de involução de raças decadentes. Essas descrições se encaixam perfeitamente na fisionomia relatada no Caso Varginha (seres baixos, pele viscosa/marrom, grandes olhos vermelhos e as famosas três protuberâncias na cabeça).

As Três Protuberâncias: Na engenharia oculta, essas protuberâncias ou “chifres” na cabeça dessas criaturas não seriam ossos comuns, mas sim órgãos sensoriais artificiais. Elas funcionariam como antenas biológicas ou receptores magnéticos necessários para que a criatura se guiasse pelas linhas de força da Terra (a Força Vril) e mantivesse contato telepático com a nave-mãe.

Atrofia dos Sentidos: Ao viver longe do Sol Central de Agharta e do sol da superfície, esses seres sofreram mutações severas: perderam os dentes, os cabelos, e suas peles ficaram oleosas e escuras para suportar ambientes úmidos e cavernosos.
A Terceira Visão Física: O Professor ensinava que, no passado, o ser humano possuía o “Terceiro Olho” (ligado à glândula pineal) projetado fisicamente na testa. As três protuberâncias na cabeça dessas criaturas poderiam ser o reflexo degenerado de centros de força físicos atrofiados ou hipertrofiados devido ao uso excessivo de faculdades psíquicas de sobrevivência no subsolo, sem o equilíbrio do desenvolvimento espiritual.

Para o Dr. Ítalo do Caso Varginha, as protuberâncias iniciavam na testa da criatura e ia até a parte traseira da cabeça. A criatura não era marrom, eu perguntei o porque dessa mudança de cor já que a criatura estava próxima da morte, será que a criatura tinha esse poder de mudar de cor, como os lagartos? Já que a criatura lembrava muito um batráquio.

Por não possuir uma alma individualizada (um espírito eterno), a criatura foi dada como perdida por seus criadores, vagando assustada pelo Jardim Andere em Varginha até ser capturada. Para o Professor Henrique, a criação de um Homúnculo (ou androide biológico) não era uma lenda medieval de Paracelso, mas sim a aplicação prática da Alta Alquimia e da Ciência dos Elementos. Os cientistas e ocultistas de Agharta utilizavam processos específicos para gerar essa robótica orgânica.

Manipulação do Éter Primordial (Prana e Vril): A criação de um homúnculo não se baseia em juntar peças metálicas, mas em moldar a matéria biológica pura no plano etérico antes que ela se condense no plano físico. Os alquimistas isolavam o plasma vital e injetavam nele correntes controladas de Força Vril para dar movimento aos tecidos.
Corpo Vivo, mas sem Mente Própria: O detalhe mais importante na visão eubiótica é que esses seres não possuem uma Centelha Divina (Mente ou Espírito eterno). Eles não passam pelo ciclo de reencarnações humanos. Eles são dotados de um corpo físico funcional e de um cérebro biológico capaz de receber ordens, comportando-se como cascas orgânicas ou “computadores vivos”.
Ativação por Mantras e Telepatia: O “sistema operacional” de um homúnculo é inteiramente comandado pelo som e pelo pensamento. O alquimista ou piloto da nave grava comandos vibratórios nas células da criatura através de mantras. O ser só se move ou executa tarefas quando sintonizado mentalmente com a vontade de seu criador.

O Professor Henrique José de Souza deixava claro que o mundo subterrâneo não é habitado exclusivamente pelos Mestres de Luz (a Grande Fraternidade Branca). Agharta é um ecossistema vasto, complexo e multifacetado, com zonas periféricas que abrigam sociedades que não alcançaram o topo da evolução planetária. Isolados do Sol Central de Agharta e do sol da superfície, esses povos sofreram um processo de involução. Suas estruturas corporais atrofiaram: perderam pelos, dentes, e desenvolveram grandes olhos (para enxergar no escuro) e peles cinzentas ou escamosas. São sociedades que regrediram ao estado puramente instintivo de sobrevivência, gerando as linhagens que a ufologia atual confunde com alienígenas (como os Greys ou répteis).

O Professor ensinava que os homúnculos (clones biológicos descartáveis) operam de forma integrada ao magnetismo dos Vimanas. Que pode ser o caso da criatura de Varginha.

Falta de Luz Solar: Seres que habitam cavernas densas ou regiões periféricas de Agharta não se desenvolveram sob o espectro da nossa luz solar. Suas pupilas enormes e avermelhadas são características biológicas necessárias para captar a sutil luminosidade do mundo astral inferior ou o calor geotérmico do magma terrestre.
O Efeito “Visão Noturna”: Para a Eubiose, o vermelho indica uma frequência de vibração mais densa, ligada ao chakra básico (matéria e instinto). Olhos vermelhos denotam que o ser opera puramente por instinto de sobrevivência e visão térmica, sem o desenvolvimento da visão espiritual superior.

O Professor ensinava que o sul de Minas Gerais funciona como o principal chakra planetário da atualidade. Varginha fica geograficamente muito próxima do circuito das sete embocaduras sagradas (como São Lourenço, Itanhandu e Carmo de Minas).

A Linha de Força: Toda essa região mineira é cortada por veios de cristais subterrâneos e linhas de força magnética (correntes de Força Vril). Os Vimanas utilizam essas “rodovias invisíveis” para se deslocar.
O Portal de Entrada/Saída: Os avistamentos de luzes e naves nos dias que antecederam e sucederam o caso em 1996 indicam que uma embocadura da região foi aberta para a passagem de uma frota de Agharta.

Na engenharia de Agharta, as criaturas como a de Varginha (os homúnculos ou clones biológicos) não agem sozinhas; elas são operadas e monitoradas a partir de um Vimana.

  • O Acidente Magnético: O Professor explicaria que o veículo que transportava ou controlava aquela criatura sofreu uma pane ou uma desestabilização vibratória ao entrar na nossa atmosfera poluída.
  • A Procura: As naves avistadas pela população e por testemunhas na região não estavam ali por acaso. Elas eram equipes de patrulha de Agharta voando baixo, em formato lenticular ou esférico, tentando rastrear o sinal magnético do autômato biológico perdido ou coletar os destroços do veículo acidentado antes que as forças militares da superfície os capturassem.

Para o Professor, um disco voador e uma criatura exótica nunca aparecem desconectados. O Vimana é o meio de transporte e a criatura é a ferramenta de execução.

  • O Rastro Luminoso: Como as naves precisam mudar sua frequência atômica para cruzar as embocaduras das montanhas mineiras, elas geram cores brilhantes (brancas, vermelhas e esverdeadas) e o efeito de “nuvens lenticulares” para se camuflar.
  • Fenômeno Único: Portanto, as luzes no céu de Varginha e a criatura no solo eram duas partes do mesmo evento: uma incursão intraterrena que falhou, deixando o robô biológico preso na superfície enquanto as naves operavam no céu tentando gerenciar a crise dimensional.

Para a Eubiose, os militares agem movidos pelo desespero do desconhecido, pela preservação do segredo geopolítico e, inconscientemente, pelo cumprimento de decretos cármicos da humanidade.

O Professor Henrique explicava que os governos e as Forças Armadas da superfície operam sob a lógica do poder material, do controle social e do armamento.

  • Ameaça ao Sistema: A revelação oficial de que existem discos voadores (os Vimanas) operando com energia livre (Força Vril) destruiria instantaneamente a economia baseada em combustíveis fósseis e o poderio militar convencional.
  • A Política do Acobertamento: A intervenção militar rápida para confiscar provas e silenciar testemunhas não é apenas para evitar o pânico, mas para impedir que a humanidade saiba que a verdadeira liderança espiritual e tecnológica do planeta não está nas mãos dos governantes da superfície, mas sim na Fraternidade Branca de Agharta.

Quando os militares conseguem capturar destroços de OVNIs ou corpos de criaturas (como os homúnculos ou clones biológicos), eles acreditam ter alcançado uma vitória tecnológica. No entanto, a Eubiose analisa isso como uma grande ilusão:

  • Matéria Inerte: Os cientistas governamentais não conseguem replicar a tecnologia capturada porque ela não depende apenas de física material. Os Vimanas e seus autômatos biológicos funcionam por meio de mantras, sintonização mental e energia etérica.
  • O “Refugo” Abandonado: Os seres de Agharta permitem que militares confisquem robôs orgânicos descartáveis (como a criatura de Varginha) porque esses seres não possuem uma alma individual reencarnante. Para os Mestres, aquilo é apenas material biológico perdido na densidade da superfície, incapaz de revelar os verdadeiros segredos espirituais do mundo interno aos cientistas profanos.

Apesar de todo o aparato militar de sigilo, o Professor Henrique José de Souza era enfático em afirmar que o acobertamento tem um prazo de validade.

  • O Fim do Segredo: À medida que a humanidade transiciona para a Era de Aquarius, a frequência vibratória da superfície da Terra está se elevando. Os portais estão se tornando mais ativos e os Vimanas, mais visíveis.
  • Ineficácia Militar: Chegará um momento evolutivo em que as manobras multidimensionais das naves de Agharta serão tão evidentes que nenhuma força militar ou censura governamental será capaz de camuflar ou conter a manifestação da verdade para a população.

Fonte: https://eubiose.org.br/ e G1

Henrique José de Souza foi um eubiota, estudioso do ocultismo, fundador da Sociedade Brasileira de Eubiose e reconhecido como patrono de diversas lojas maçônicas.

Outra explicação dentro das leis de evolução da Eubiose é a involução biológica. Assim como existem raças que caminham para a perfeição espiritual, existem linhas de vida que falharam em ciclos passados (como na Atlântida ou na Lemúria).

Quando os militares conseguem capturar destroços de OVNIs ou corpos de criaturas (como os homúnculos ou clones biológicos), eles acreditam ter alcançado uma vitória tecnológica. No entanto, a Eubiose analisa isso como uma grande ilusão.

Estive no Primeiro Congresso Internacional de Ufologia em Varginha. O congresso marcou os 30 anos do episódio registrado em janeiro de 1996, que projetou Varginha internacionalmente. No final do ano passado, em dezembro, estive no lançamento do documentário “Momento do Contato”, O filme sobre o incidente em Varginha, foi dirigido pelo cineasta norte-americano James Fox e teve a produção do brasileiro Marco Aurélio Leal, também membro dessa revista.
Estive no Primeiro Congresso Internacional de Ufologia em Varginha. O congresso marcou os 30 anos do episódio registrado em janeiro de 1996, que projetou Varginha internacionalmente. No final do ano passado, em dezembro, estive no lançamento do documentário “Momento do Contato”, O filme sobre o incidente em Varginha, foi dirigido pelo cineasta norte-americano James Fox e teve a produção do brasileiro Marco Aurélio Leal, também membro dessa revista.

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