Essa experiência em Coqueiral foi um divisor de águas na minha linha do tempo, um vislumbre real do Mundo de Badagas quando eu mais precisava de um sinal de que a vida vai muito além da nossa rotina.

O MUNDO DE BADAGAS E DUAT E UMA VIAGEM PESSOAL

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O Mundo de Badagas refere-se a um posto avançado do Mundo Jina (Mundo Subterrâneo ou Interior). Ele funciona como um “portal” ou uma zona de transição entre o mundo físico da superfície e o império subterrâneo de Agharta (e sua capital, Shamballah). Na terminologia eubiótica, essa faixa intermediária também é correlacionada ao conceito egípcio de Duat.

Dentro de Duat (a dimensão intermediária ou o “Mundo de Badagas” que conecta a nossa superfície ao império subterrâneo de Agharta), esses veículos, os já citados nesse site (vimanas) operam e permanecem de maneiras muito específicas, baseadas em leis da física oculta.

Duat possui “estações” ou bases sob a crosta terrestre. A Eubiose aponta que existem Sete Cidades Sagradas do Sistema Geográfico Sul-Mineiro no Brasil (como São Lourenço, Itanhandu, Aiuruoca e São Thomé das Letras), coordenadas por uma oitava cidade central chamada Caijah. Sob as montanhas dessas regiões existem imensas fendas, lagos internos e aberturas interdimensionais.

Quando um disco voador precisa sair de Duat e vir para a superfície da Terra, ele não faz uma viagem de distância física, mas sim uma mudança de frequência vibratória. Ver um disco voador cruzando o céu da superfície significa apenas que uma nave de Agharta ou de Duat “baixou o tom” da sua matéria temporariamente para cumprir uma missão de monitoramento ambiental ou espiritual no nosso plano.

Como essas naves operam a partir de Duat na quarta dimensão, a comunicação exige sintonizar a própria consciência com a frequência delas. Os tripulantes e os computadores de bordo dos Vimanas operam na frequência do Plano Mental. A comunicação é feita por projeção de pensamento e imagens (telepatia). Para que o contato ocorra, a mente do operador na superfície precisa estar limpa, sem vibrações de medo, curiosidade egoica ou ceticismo agressivo. O pensamento deve ser direcionado com intenção pura voltada à evolução da humanidade.

A aproximação e o diálogo com essas naves exigem o desenvolvimento dos centros de força do corpo sutil do ser humano. Permite a clarividência necessária para enxergar a nave na sua frequência sutilizada (etérica) antes que ela se materialize fisicamente. É o centro da intuição pura. Os Vimanas respondem à energia do amor universal e do equilíbrio emocional. As Vimanas são movidas e orientadas pelo som universal. Na Eubiose, o uso de sons mântricos específicos emitidos em rituais ou meditações pode criar um “canal” de ressonância magnética entre a superfície e o Mundo de Badagas.

O som correto altera a vibração da atmosfera local, facilitando para os pilotos a identificação de um ponto de contato seguro na superfície. A comunicação é imensamente facilitada se o praticante estiver em um dos nódulos energéticos da Terra, onde a separação entre a nossa superfície e Duat é mais tênue. Na geografia sagrada da Eubiose, esses locais incluem: As montanhas e cavernas do Circuito das Águas de Minas Gerais (como São Lourenço, São Thomé das Letras e Aiuruoca). As já citadas nesse site 7 cidades especiais do Sistema Geográfico Sul Mineiro.

A Eubiose enfatiza que tentar “chamar” ou se comunicar com um Vimana por mera diversão ou exibicionismo é inútil. Sendo veículos das Hierarquias Brancas (os Mestres de Agharta), eles só respondem a contatos que possuam uma finalidade estritamente evolutiva, espiritual ou de serviço à humanidade.

Na perspectiva da física oculta, o meu momento de profunda tristeza em 2008 têm tudo a ver com a aparição das duas naves prateadas naquele dia. Eu estava por uma fase complexa, refletindo muito e naquele mesmo dia eu avistei 2 grandes vimanas no céu a tarde, na cidade de Coqueiral no interior de Minas Gerais.

Coqueiral fica na região sul de Minas Gerais, colada no Sistema Geográfico Sul-Mineiro, que é o coração energético da Eubiose no Brasil. Essa proximidade geográfica com o “portal” de Duat torna a região propícia para esses fenômenos. Em um estado de choque, vazio e melancolia profunda me abriu a “mente” para ver algo inacessível visualmente. Naquele momento de dor, o meu “ruído mental” diário (as preocupações comuns, a pressa, a lógica fria da superfície) silenciou.

Esse estado de vulnerabilidade quebra temporariamente a barreira do ego. Sem perceber, a minha mente entrou em uma frequência de ressonância passiva, abrindo as portas da sua percepção (o terceiro olho). Fique temporariamente “sintonizado” com a frequência etérica de Duat, o que permitiu que meus olhos físicos enxergassem as naves prateadas à tarde.

Em momentos de dor extrema na superfície, essas naves podem emanar energias de reequilíbrio magnético sobre a região ou sobre indivíduos específicos. O avistamento não foi uma coincidência astronômica; foi um amparo silencioso. A visão daquela tecnologia sagrada e superior serviu como um “despertar” para lembrar a minha alma de que o mundo físico é apenas uma ilusão passageira e que existe uma realidade muito maior protegendo a Terra.

Eu estava em solo sagrado, em um momento de transição pessoal e com a sensibilidade à flor da pele. A aparição foi a resposta do universo sutil à minha dor.

A reação de incredulidade por parte de pessoas que estavam comigo e a forma como o avistamento aconteceu descrevem com exatidão a física e o comportamento de um Vimana ao cruzar a nossa dimensão física. O fato de eu estar acompanhado e ser o único a perceber detalhadamente o evento reforça o aspecto iniciático e individual dessa experiência.

Esse vimana era o tradicional discoide ou lenticular, a forma de “prato de bateria” (com o centro ligeiramente elevado e as bordas finas) é o desenho clássico das Vimanas do tipo Trishula ou circulares, descritas nos antigos tratados orientais. O material prateado que reluzia intensamente com o Sol não era um metal comum da nossa tabela periódica. Na Eubiose, esse material é chamado de “metalizado etérico”, uma liga de alta pureta condensada em laboratórios intraterrenos.

Ele possui um índice de reflexão de luz muito superior aos nossos metais, o que faz com que a luz solar pareça “viva” e excessivamente brilhante ao bater na fuselagem. E foi exatamente por isso que eu os vi, brilhavam intensamente. A velocidade absurda com que eles sumiram no horizonte — um clássico dos OVNIs — não é uma aceleração mecânica convencional que esmagaria qualquer tripulação biológica.

É perfeitamente natural que meus amigos não tenham acreditado ou visto a cena com a mesma clareza. Na Eubiose, ensina-se que esses fenômenos operam pela Lei da Afinidade Vibratória. Embora a nave estivesse visível no céu físico, muitas vezes os olhos de quem está na superfície precisam de um “estopim” biológico e espiritual para focar e processar aquela luz.

Como eu estava passando pelo choque, um processo depressivo na época, meu sistema nervoso e meu Ajna Chacra estavam operando em uma frequência modificada, agindo como uma lente de câmera ajustada para o foco correto. Os meus amigos estavam na frequência comum do dia a dia (o mental concreto da superfície), o que cria uma espécie de “ponto cego” psicológico e visual para fenômenos de Duat.

Essa experiência em Coqueiral foi um divisor de águas na minha linha do tempo, um vislumbre real do Mundo de Badagas quando eu mais precisava de um sinal de que a vida vai muito além da nossa rotina. É perfeitamente normal que a minha mente concreta tente encontrar respostas lógicas e até duvide do que aconteceu.

O papel da mente racional é justamente esse: proteger a nossa estabilidade psicológica, tentando encaixar o extraordinário dentro daquilo que ela já conhece (como um reflexo, um balão ou uma ilusão de ótica). Mas o que eu vi foi real, dois vimanas prateados no final da tarde em um dos lugares mais abençoados do Brasil, o Sistema Geográfico Sul Mineiro. Eu estava na borda do Sistema Geográfico Sul-Mineiro, uma região de intensa atividade etérica e eletromagnética subterrânea, propícia para a densificação da matéria de Duat.

O meu despertar espiritual e a busca pelo conhecimento oculto nos últimos anos se deve a isso. O fenômeno em si durou poucos segundos no céu de 2008 em Coqueiral, mas o impacto dele na minha consciência permanece vivo. É absolutamente possível que eu volte a vê-los. No entanto, um novo avistamento não depende de sorte, de telescópios ou de ficar vigiando o céu aleatoriamente; depende de recriar as condições internas e externas corretas, como foi daquela vez, mesmo que em 2008 tenha sido um contato “sem querer”.

O meu campo magnético possui um tipo de “registro” ou assinatura energética dessa frequência de Duat. Para que os meus olhos físicos sintonizem novamente um Vimana. Em 2008, o sofrimento gerou um silêncio mental forçado que abriu minha percepção. Obviamente eu não preciso sofrer novamente para ver as naves, mas preciso alcançar aquele mesmo estado de quietude e abertura.

Meditação e Mantras: Práticas que acalmam a mente concreta ajudam a ativar o Ajna Chacra (terceiro olho). Quando a mente analítica silencia, a percepção sutil aumenta.

Intenção Pura: As naves de Duat e Agharta respondem ao propósito. Desejar vê-las por mera curiosidade ou para provar algo à sua mente concreta bloqueia o contato. O desejo deve ser de conexão espiritual e evolução.

Em vez de buscar o céu com ansiedade, buscarei ainda mais o equilíbrio interno. Quando sintoniza com a “Ciência da Vida” (a própria Eubiose) e elevar os meus pensamentos para o bem comum, passarei a vibrar na mesma faixa em que os tripulantes dessas naves operam. O avistamento acontece naturalmente quando há uma real necessidade evolutiva para a minha jornada.

Fonte: Eubiose, Wikipedia, G1.



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