Um casos que me chama muita a atenção é o Caso “Haroldo Westendorff”. O caso aconteceu na década de 90, mais precisamente em outubro de 1996, em Pelotas, no sul do RS. Haroldo sobrevoava a Lagoa dos Patos, ele relatou ter avistado um objeto de formato piramidal. Um disco três vezes maior que um avião teria saído de dentro do objeto piramidal e voado em direção ao Oceano Atlântico.
A “pirâmide voadora” com mais de 60 metros foi avistada também por funcionários do aeroporto local. Na ocasião, Haroldo fazia sua rotina pelo céu abordo de seu avião. Ele relata: “Parti de Porto Alegre mais ou menos as 8:30 da manhã, no sábado. O dia em questão estava significativamente limpo, com uma visibilidade excelente para voo. Eu seguia um padrão de voo monitorado completamente pelo Controle de Trafego Aéreo!”
Gilberto, funcionário do aeroporto fica totalmente ciente do tamanho descomunal do objeto piramidal. Ele confirma a forma do objeto.
Haroldo tenta uma aproximação da misteriosa aeronave, que se deslocava a cinco mil pés de altura. O experiente piloto dá algumas voltas em torno do ovni e tem uma visão detalhada daquela pirâmide no céu de Pelotas.
Não se tratava de um objeto comum, não era um objeto nosso, era uma pirâmide gigantesca que voava, era algo que nunca havia descomunal. Possuía diversas saliências, era giratório enquanto estava no céu, possuía 8 lados muito definidos como podemos observar em uma pirâmide, era de cor marrom e um bronze cintilante.
A parte de cima da pirâmide voadora era semelhante a uma cúpula e de lá foi projeto um raio vermelho e depois saiu um enorme disco voador de dentro. Ele ainda tenta fazer uma manobra pra verificar o que tinha na parte de dentro do objeto em formato de pirâmide, mas o objeto colossal subiu no céu de Pelotas e desapareceu.
O que o Haroldo viu já era descrito no passado, principalmente na literatura antiga da Índia, onde divindades eram levadas em suas peregrinações por carruagens voadoras no formato de pirâmides, os tais chamados “vimanas”.
“Vi” de veículo e “manas” de mente. Eram veículos que se moviam através da mente de quem estivesse pilotando, o nome dado é em sânscrito. Essas vimanas são citadas em livros antigos como o Mahabharata e Ramayana, e livros modernos como: Mahabart, Vimana – Aeronáutica da Índia Antiga e da Atlântida citadas também em obras anteriores como “Lost Cities of China, Central Asia & India”(Cidades Perdidas da China, Índia e Ásia Central).
Os vimanas eram verdadeiros palácios voadores e assumiam diferentes formatos, de carruagens com rodas a estruturas esféricas, mas principalmente o formato piramidal. Possuiam a estrutura vertical em forma de pirâmide de vários andares, era descrito também que quando o objeto estava sobrevoando uma floresta, por exemplo, os animais ficavam agitados.
O Vaimanika Shastra os vimanas possuiam ligas metálicas com propriedades específicas de resistência ao calor, eletricidade e forças climáticas. Os metais eram divididos em três grupos: Ligas Metálicas (ligas à base de cobre projetada para absorver calor), Os Três Metais Base (a combinação deles purificava o metal contra corrosão e impacto) e o uso de Mica ( Elas eram purificadas através de processos alquímicos para criar vidros e espelhos especiais montados ao redor da nave, usados para refletir energia solar.
Descreve-se que o coração da nave continha um compartimento cilíndrico preenchido com mercúrio, espelhos coletores de eletricidade atmosférica e sistemas de camuflagem por distorção de luz. Os vimanas podiam ser pilotas a partir do poder da mente e entonação de palavras sagradas, por talismãs ou de forma mecânica movido a combustível e eletricidade. Para concluir, o que o piloto Haroldo avistou em uma ilha em Pelotas foi um gigantesco vimana, eles saem dos mares, rios e oceanos. Abaixo vou colocar duas imagens comparativas uma do avistamento outra de um vimana.
Visão artística do objeto relatado pelo piloto.

Os vimanas podiam ser pilotas a partir do poder da mente e entonação de palavras sagradas, por talismãs ou de forma mecânica movido a combustível e eletricidade.

Visão artística de um vimana.


Foto do piloto.

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