Otoco Potosi Bolivia

O CASO OTOCO: O ENCONTRO IMEDIATO QUE MARCOU A HISTÓRIA DE POTOSÍ, NA BOLÍVIA

Casos Ufológicos Casos da América Latina

O Caso de Otoco Zona Rural de Potosí (Bolívia)

Por: Diego Rodrigues

 

Créditos: Enigmas Fantásticos

Em uma tarde de março de 1967, no altiplano boliviano, a pastora quíchua Valentina Flores, de 24 anos, viveu um encontro que jamais esqueceria. Naquele dia, carregava sua filha de apenas um ano, Teodósia, nas costas.

Após perceber que algumas ovelhas haviam desaparecido, Valentina seguiu os rastros pelas colinas. Eles a levaram até um pequeno curral de pedras.

Ali, Valentina viu uma pequena figura, de aproximadamente 1,10 a 1,30 metro, agachada dentro do curral. Quase todas as ovelhas estavam mortas e apresentavam sinais de mutilação. Diante dela, o ser segurava um objeto semelhante a uma faca e estava prestes a mutilar outra ovelha. Sobre o curral, uma estranha rede cobria toda a cena.

Valentina descreveu o ser como jovem e um pouco robusto, com pele muito clara, cabelos loiros, olhos azuis e um grosso bigode avermelhado. Vestia uma roupa semelhante à de um mergulhador, cobrindo o corpo do pescoço aos pés, com botas marrons. Na cabeça, usava um capacete com uma pequena hélice na parte superior, além de equipamentos presos às costas e às laterais do traje.

Mais adiante, ela percebeu outro ser semelhante. Ele correu em direção à colina e, diante de seus olhos, ergueu-se do chão sentado sobre uma pequena estrutura semelhante a uma cadeira. Em poucos instantes, ganhou altura e desapareceu de vista.

Assustada, Valentina acreditou que fossem ladrões. Pegou uma pedra e arremessou contra o ser dentro do curral. Depois lançou outras duas. O pequeno indivíduo teria acionado um dispositivo próximo e a estranha rede desapareceu.

Revoltada com o que estava acontecendo com seus animais, Valentina pegou um pedaço de madeira com uma ponta de ferro e avançou contra a criatura. Quando chegou a cerca de dois metros, ergueu o objeto e golpeou o ser no rosto.

O golpe fez a criatura sangrar. Ela reagiu imediatamente, usando uma pequena arma semelhante a uma faca, presa a uma espécie de corrente que retornava à sua mão após o ataque. Valentina sofreu cortes nos braços e no peito, mas, mesmo ferida, não recuou. Reagiu novamente e conseguiu atingir o braço ou o pulso direito do invasor.

Ferido, o ser passou a manipular os equipamentos com a mão esquerda. Em seguida, correu para a colina e partiu voando naquela mesma espécie de cadeira.

Quando finalmente conseguiu observar o curral, Valentina encontrou dezenas de animais mortos. Segundo seu depoimento, eram 63 ovelhas e cordeiros, muitos apresentando mutilações incomuns e pouco sangue aparente.

O episódio teria marcado profundamente a família Flores. Anos mais tarde, o pesquisador espanhol J. J. Benítez entrevistou Valentina e registrou seu depoimento sobre os pequenos seres, seus equipamentos e as misteriosas plataformas utilizadas para voar.

Ela também contou que, nos dias anteriores, os animais da região estavam muito agitados e que outros moradores haviam presenciado acontecimentos estranhos próximos aos currais.

Valentina não conhecia o conceito de OVNI e não falava em extraterrestres. Para ela, eram simplesmente os “homenzinhos que voavam”.

Ela nunca soube quem eram ou de onde vieram. O que ficou foi o relato de uma tarde incomum, marcada pelo confronto e pela perda de seu rebanho.

Até hoje, o episódio permanece sem uma explicação definitiva.

 

Fonte: Enigmas Fantasticos
J. J. Benítez / Planeta Benítez.
Encontros Humanoides 1965–1969: Os Outros entre Nós
Autor: Albert S Rosales

Autor

  • Eliete Campos

    Graduada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, pós graduada em AI e Arquitetura de Software.
    Estudiosa e pesquisadora do fenômeno Ufo desde 2005.

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