Travis Walton é um ex-trabalhador florestal americano que protagonizou um dos casos mais famosos e documentados de suposta abdução alienígena da história

O CASO TRAVIS WALTON E O CAMPO ELETROMAGNÉTICO DOS VIMANAS

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Essas florestas possuem inúmeros portais, ou as chamadas embocaduras (já citadas nesse site). Eles funcionam como “elevadores vibratórios” que ligam a superfície da Terra ao mundo subterrâneo de Agharta.

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O Caso Travis Walton ocorreu no final do ano 1975, no Arizona, e é considerado um dos relatos de abdução extraterrestre mais famosos e documentado da história da ufologia nos Estados Unidos e no mundo. Ele e seus amigos estavam a trabalho em uma floresta, eles cortavam árvores e ao final do dia, enquanto voltavam de caminhão, o grupo avistou um forte brilho avermelhado por entre as árvores, que inicialmente julgaram ser um incêndio, mais tarde eles descobririam que se tratava de um imenso vimana no formato lenticular flutuando no ar.

Travis saiu do caminhão por curiosidade. Ao chegar perto da nave, foi atingido por um feixe de luz azul e arremessado para trás. Apavorados, os outros seis homens fugiram no veículo, arrependidos, retornaram ao local minutos depois, os colegas não encontraram Travis. Durante esse período, a polícia americana suspeitou de que os lenhadores haviam assassinado Travis e inventado a história do “disco voador” para encobrir o crime. Todos os seis colegas foram submetidos ao teste do polígrafo, o detector de mentiras e foram aprovados, comprovando o que haviam dito.

Travis reapareceu desorientado na mata, caminhando ele encontrou um telefone público em uma cidade vizinha. Ele achava que haviam se passado apenas algumas horas, mas na realidade passaram-se 5 dias. Na realidade, os lenhadores estavam trabalhando próximos de uma grande embocadura, recheada de vimanas operando na floresta.

O Caso Travis Walton foi um encontro acidental grave transformado em resgate. A experiência de terror relatada decorreu do medo, da ignorância e da incapacidade do cérebro humano de processar uma realidade de dimensões superiores, uma realidade ainda desconhecida por nós, e hoje eu vou decifrar cada detalhe desse interessante caso.

O incidente do jovem lenhador norte americano não seria visto como um sequestro hostil por criaturas espaciais, mas como uma operação de emergência e um contato dimensional planejado, distorcido pelo medo humano. Como o próprio Travis diz: “eles tentaram me ajudar, já que cheguei muito próximo ao disco”.

No relato original, Travis Walton foi atingido por um feixe de energia azul que o arremessou longe após ele se aproximar demais do objeto. Naves de alta vibração energética possuem um campo eletromagnético extremamente denso e acelerado. Ao correr em direção ao objeto, Travis violou uma lei muito importante JAMAIS SE APROXIME DE UM VIMANA. O impacto não foi um ataque, mas um choque de frequências entre o corpo físico denso dele e a energia sutil plasmática da nave. Portanto ele foi “resgatado” pelos pilotos daquele vimana para repararem o dano causado no corpo de Travis. O próprio Travis Walton chegou nessa conclusão anos mais tarde.

O filme Fogo no Céu conta o caso de Travis na nave como uma tortura assustadora. No entanto, o próprio Travis Walton relata que os seres pareciam estar tratando dele. O choque elétrico e vibratório que Travis sofreu na floresta quase o matou. Os seres precisaram recolhê-lo às pressas para salvar a sua vida (caso encontre um disco, jamais se aproxime). Os procedimentos médicos estranhos e os exames clínicos foram, na verdade, técnicas de reestruturação molecular e alinhamento dos corpos sutis (astral e vital) de Travis, que haviam sido danificados pelo campo de força da nave. Ele foi protegido, e não sequestrado.

Travis descreveu ter visto duas raças de seres: pequenas criaturas de olhos grandes (Greys) e, posteriormente, seres de aparência humana, altos, loiros e belos, vestindo trajes especiais. Os seres loiros e perfeitamente humanos correspondem exatamente à descrição dos Mestres da Fraternidade Branca. Os seres menores (Greys) funcionavam ali como assistentes ou “autômatos biológicos” responsáveis pela manutenção técnica e manipulação da matéria densa. Os seres humanos altos eram os verdadeiros comandantes da operação, agindo com compaixão e inteligência superior para acalmar o rapaz. Já citamos esses seres aqui em nosso site, incluindo a criatura do Caso Varginha.

Ele foi levado para uma frequência vibratória mais sutil. Para que seu corpo físico suportasse o retorno à densidade da Terra sem sequelas mentais, foi necessário um período de isolamento e desaceleração biológica, gerando o famoso fenômeno do missing time. O Vimana apareceu na floresta por razões magnéticas, geográficas e ecológicas, e não para capturar Travis. Esses veículos operam em sincronia com as energias da Terra e realizam missões invisíveis ao homem comum. Quando relato que os vi em 2008, foi por conexão mental com essas naves plasmáticas.

As florestas densas e montanhosas, como a região do Arizona, local onde Travis foi resgatado pelo Vimana, abrigam cruzamentos da malha eletromagnética do planeta. Assim como as já descritas sete cidades sul mineiras, dentre outros locais que servem como aberturas para os vimanas.

Essas regiões desabitadas funcionam como “portais de entrada e saída” para o mundo subterrâneo de Agharta e para outras dimensões, permitindo que os Vimanas alterem sua vibração e materializem-se temporariamente na nossa realidade tridimensional, longe também dos olhos humanos. O fato dos lenhadores estarem trabalhando naquele local foi pura coincidência, estavam no momento e no lugar “errado”, onde um desses vimanas estava operando.

Locais cheios de árvores, isolados e longe da poluição mental e magnética das grandes metrópoles são ideais para que essas naves realizem manutenções sutis, reequilibrem seus campos energéticos e interajam com os elementais da natureza. A nossa tecnologia também podem interferir na operação dos vimanas, assim como a deles interferirem na nossa. Portanto o ideal é que esses vimanas operem em lugares ermos e ligados à natureza.

Os tripulantes dessas naves realizam o trabalho invisível de ajustar as frequências geológicas da Terra para evitar cataclismos e preparar o planeta para a transição cíclica de eras. O Vimana estava ali trabalhando no solo ou na atmosfera da floresta. A aproximação do caminhão dos lenhadores e a corrida de Travis em sua direção interromperam uma operação técnica do vimana.

Essas florestas possuem inúmeros portais, ou as chamadas embocaduras (já citadas nesse site). Eles funcionam como “elevadores vibratórios” que ligam a superfície da Terra ao mundo subterrâneo de Agharta e suas sete cidades sagradas (Bagadas, Shamballah, Duat, etc.), que também já discorremos por aqui.

A confusão inicial sobre o “fogo” ocorreu porque, antes de avistarem o objeto diretamente, Travis Walton e seus colegas de trabalho viram apenas um forte brilho luminoso e avermelhado por entre as árvores da floresta. Como estavam em uma região densa de mata e já era início da noite, a primeira reação lógica do grupo foi achar que se tratava de um incêndio.

De longe, o reflexo do objeto na copa das árvores parecia uma fogueira ou um incêndio, gerando uma luz quente, dourada e avermelhada. Ao se aproximarem da clareira, os lenhadores viram que o objeto em si tinha um formato de disco definido e emanava um brilho âmbar/amarelado muito forte, quase fosforescente. No momento do impacto com Travis, a cor mudou drasticamente, disparando um feixe de luz azul.

Vamos entender um pouco das cores das naves e seus significados. a luz avermelhada ou alaranjada que eles citaram, indica que a nave estava em um estado de desaceleração vibratória para interagir com a matéria densa da Terra, o que chamamos de plano físico. Ela precisava dessa frequência para realizar o trabalho no solo da floresta. Essa cor é extremamente comum nos relatos de testemunhas oculares de discos voadores.

Travis Walton sentiu um calor intenso e achou que o céu estava “em chamas” (daí o título de seu livro e filme, Fogo no Céu). Mesmo não sendo um filme AAA e de baixo orçamento, eu recomendo para quem gosta do tema Ufologia. Sobre o calor sentido não tem relação com o fogo, mas com a radiação de Fohat, uma espécie de energia elétrica cósmica, que gera um forte impacto molecular na atmosfera e provoca a sensação de calor extremo na pele de quem está aqui no plano físico.

Travis viu um vimana que parecia estar em chamas, eu vi dois vimanas sem cor alguma, aliás, eles tinham a cor do material mesmo, um prateado bastante vibrante, o que mudou nesses dos avistamentos? os Vimanas podem aparecer durante o dia, que foi o meu caso. Inclusive, a própria ufologia registra inúmeros avistamentos diurnos. No entanto, a aparência e a visibilidade deles mudam completamente dependendo da luz solar, da missão que realizam e da densidade da matéria.

À noite, os Vimanas são vistos como pura luz (como o caso Travis Walton) porque o contraste com a escuridão destaca o seu campo plasmático e eletromagnético. Sob a luz do Sol, esse campo de energia sutil pode sofrer um efeito de refração. Para o olho humano comum, o Vimana pode parecer um objeto de metal escovado, cinzento ou espelhado, que foi o meu caso. Em muitos casos, para não chocar a população, eles utilizam a própria atmosfera para criar uma névoa ao redor de si, sendo confundidos com nuvens lenticulares (perfeitamente redondas) ou névoas isoladas que se movem contra o vento. No meu avistamento foi exatamente isso que ocorreu, antes deles “se revelarem”, eles estavam atrás de uma nuvem lenticular, completamente incomum em nossa região.

Para nós, humanos, a luz do Sol torna o vimana muito mais difícil de ser notado no céu claro do meio-dia, agindo como uma camuflagem natural. a luz do dia não faz diferença. Eles operam em frequências acima do espectro de luz visível. Se precisarem realizar um ajuste magnético no solo às 14h, eles o farão. Quando os vi, acredito que eles se deixaram, não foi mera coincidência.

Na Operação Prato aqui no Brasil (Pará, 1977), os objetos eram descritos pelas testemunhas e pelos próprios militares como esferas de cor avermelhada ou âmbar, que flutuavam sobre o Rio Amazonas e as florestas da região. Muitas vezes pareciam “bolas de fogo” que não queimavam a mata. Em São Paulo, moradores e vigias relatam há décadas a aparição de uma luz de fogo vermelho intensa que sai do topo de um morro vizinho e viaja lentamente até o Morro do Voturuna (O Caso Araçariguama / Morro do Voturuna). A luz vermelha é o Vimana utilizando o magnetismo mineral e telúrico das entranhas da Terra. Ele fica visível nessa cor quente porque está cruzando um portal subterrâneo muito próximo da crosta física, além do já citado estado de desaceleração vibratória para interagir com a matéria densa da Terra.

A Onda de OVNIs da Ilha de Trindade (1958) também relata vimanas na cor vermelha. Os marinheiros a bordo dos navios relataram ver esferas vermelhas que saíam de trás das montanhas da ilha ou emergiam diretamente do mar, mudando de cor quando aceleravam para o espaço. Quando o Vimana brilha em vermelho, ele está “aterrando” sua energia, tornando-se quase físico para executar tarefas na matéria (como coletar minerais, reequilibrar falhas geológicas ou acessar portais), sobretudo durante a noite, já que durante o dia muitas vezes esses objetos mantém a cor natural, o prateado. Quando ele acelera e desaparece, a cor muda para amarelo, depois azul, branco e, finalmente, torna-se invisível ao olho humano.

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