CAMPINAS (SP) — Novas revelações trazem mais uma peça para o quebra-cabeça do Caso Varginha, um dos episódios mais emblemáticos da Ufologia brasileira. Uma testemunha inédita, que preferiu não ser identificada para evitar retaliações e chacotas, quebrou o silêncio de 30 anos e relatou ter visto a criatura misteriosa dentro de uma câmara fria nas dependências da Unicamp em janeiro de 1996.
A investigação de campo foi conduzida pelo ufólogo Edison Boaventura Júnior, acompanhado de Margareth O. Boaventura e o cantor Adriano Barros. Em entrevista exclusiva gravada em 28 de fevereiro de 2026, a testemunha detalhou o encontro impactante.
O chamado urgente de manutenção
O entrevistado, um técnico de refrigeração de 72 anos identificado pelo pseudônimo de “Cláudio”, prestava serviços para a Unicamp na época. Ele foi acionado em caráter de urgência pela manutenção para regular uma válvula de expansão e repor o gás de uma câmara fria subterrânea de laboratório, que operava a -40 °C. O equipamento ficava situado entre o Instituto de Biologia (IB) e o Centro Médico.
Ao chegar ao local, Cláudio deparou-se com uma movimentação militar estranha. Além de militares brasileiros e funcionários da Unicamp, ele identificou um militar americano que portava insígnia com símbolo da Força Aérea Americanas (USAF).

O odor insuportável e os detalhes da criatura
Ao entrar na câmara fria, o técnico percebeu um forte e horrível odor que descreveu como semelhante ao de amônia. No recinto, cercada por biombos para impedir a visão direta, havia uma maca hospitalar de aço inox. Para realizar o conserto do sistema de refrigeração, Cláudio precisou subir em uma escada que foi solicitada ao chefe da manutenção. Foi desse ponto elevado que ele conseguiu olhar para baixo e observar o corpo que estava parcialmente coberto por um lençol cirúrgico azul.
“Não era um macaco, não era um animal que eu conhecia, era algo diferente” afirmou a testemunha, que detalhou as seguintes características físicas da criatura:
- Físico e Altura: Media entre 1,60 m e 1,70 m, com porte físico considerado normal (não aparentava ser gordo).
- Pele: Completamente sem pelos, com uma textura cinza-escura ou amarronzada que lembrava o couro de um peixe bagre.
- Mãos: Braços compridos e mãos com três dedos visíveis, terminando em unhas grossas e arredondadas.
- Cabeça e Face: Crânio grande no formato que lembrava o de um gorila, porém com duas protuberâncias proeminentes (saliências como calombos), uma de cada lado. Os olhos eram grandes e estavam semiabertos. O nariz e a boca eram muito pequenos e finos, sendo possível notar dois pequenos dentes na boca entreaberta. As orelhas eram minúsculas.
- Estado: O ser já estava morto, e o cheiro forte exalava de uma espécie de sangue muito escuro acumulado em uma bacia de alumínio.

Médicos renomados presentes e ameaças de silenciamento
De acordo com o depoimento, Cláudio reconheceu diversas autoridades médicas e acadêmicas no ambiente. Entre elas estavam o professor e médico oncologista Dr. Medina, além do renomado médico legista Dr. Fortunato Badan Palhares, acompanhados por biólogos e enfermeiras padrão do hospital. Uma bióloga ou médica coordenava as ações e demonstrou forte irritação com os assistentes quando o corpo da criatura ficou momentaneamente descoberto.
O técnico relatou que o sigilo imposto pelos militares foi imediato e agressivo. Suas ferramentas foram integralmente revistadas antes de entrar — procedimento inédito em seus anos de prestação de serviços à Unicamp. Tanto na entrada quanto na saída da câmara fria, foi abordado de forma intimidadora. “O que você viu aqui, você não viu nada. Não comente nada com ninguém. Você está sob risco se comentar”, disseram os oficiais a Cláudio. Ele interpretou a abordagem expressamente como uma ameaça à sua integridade.

Destino das criaturas
Informações informais que circularam entre funcionários nos dias seguintes ao ocorrido indicavam que a Unicamp teria recebido três criaturas no total. Enquanto o corpo do ser que Cláudio viu passou por necrópsia no Hospital das Clínicas (HC), outras criaturas tiveram outros destinos. Posteriormente, relatos internos apontaram que o governo americano transportou os seres sobreviventes de avião para os Estados Unidos, não restando nenhum material biológico em Campinas.
A declaração ganha peso após o Dr. Badan Palhares admitir publicamente, em um documentário lançado em janeiro de 2026, que recebeu um telefonema do Exército Brasileiro na época solicitando que permanecesse no laboratório para aguardar um importante material vindo de Varginha. Embora o legista alegue oficialmente que o material nunca chegou, o detalhado depoimento do técnico de refrigeração contesta a versão oficial e reascende o debate sobre o acobertamento militar deste caso mineiro.
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Parabéns pela matéria! Impressionante como o Caso Varginha continua rendendo novos relatos quase 30 anos depois. Seja para quem acredita ou para quem mantém o pé atrás, cada nova testemunha ajuda a reacender o debate sobre um dos maiores mistérios da ufologia brasileira. O mais interessante é que a história segue despertando interesse justamente porque ainda existem muitas perguntas sem respostas definitivas. 👽