Os Vimanas e o poder de eliminar a gravidade.
Os vimanas e as grandes civilizações do passado (como os Atlantes) controlavam a gravidade através da manipulação do Éter e de energias hiperfísicas, utilizando aparelhos que desvinculavam a matéria das leis gravitacionais comuns. É por esse motivo que muitas vezes um contato observa um vimana e minutos depois esse aparelho simplesmente desaparece sem deixar rastros, ele degravitacionou.
A tecnologia atlante e da antiga Índia utilizava vibrações sonoras e mântricas específicas capazes de alterar a frequência atômica da matéria, neutralizando o peso dos objetos. Foi dessa forma também que as pirâmides e grandes monumentos do passado foram construídos, através da desgravitação dos blocos de pedra, tornando-os leve através de mântras e sons específicos.
As aeronaves não utilizavam combustíveis fósseis, mas sim a captação e direcionamento do Vril, uma energia sutil abundante no universo que, quando polarizada corretamente, gerava repulsão em relação ao campo magnético da Terra, Motores e geradores baseados em giroscópios e vórtices de mercúrio altamente aquecido e eletrificado criavam um campo de força isolante. Esse campo rompia a atração do planeta, permitindo que blocos de pedra gigantescos ou naves colossais flutuassem sem esforço.
Temos dois importantíssimos textos que nos ajudam a compreender essa engenharia antiga, são o Samarangana Sutradhara e o Vaimanika Shastra. Um trecho do Samarangana Sutradhara (Século XI):
“Forte e durável deve ser feito o corpo do Vimana, como um grande pássaro voador de material leve. No interior deve-se colocar o motor de mercúrio com seu aparelho de aquecimento de ferro por baixo. Por meio do poder latente no mercúrio que põe em movimento o turbilhão condutor, um homem sentado no interior pode viajar uma grande distância no céu.”
“E uma carruagem divina, de brilho incomparável, capaz de se mover à vontade, veio em direção a ele… enquanto subia, Arjuna viu milhares de outros veículos maravilhosos.”
“O homem sentado no interior viaja grandes distâncias. Quatro recipientes fortes de mercúrio devem ser montados. Quando aquecidos pelo fogo controlado, o vimana desenvolve o poder do trovão através do mercúrio, tornando-se uma pérola no céu.”
Agora vamos entender o formato discoidal ou lenticular dos vimanas, ou os tais chamados discos voadores. Campos de força, eletromagnéticos ou gravitacionais expandem-se de maneira radial (em formato de onda circular) a partir de um centro. Um casco em forma de disco permite que a energia ou plasma flua de maneira perfeitamente homogênea por toda a borda da nave. Em muitas teorias esotéricas (como os motores de mercúrio citados anteriormente) e modelos conceituais de engenharia, a rotação interna ou externa de partes da nave gera estabilidade giroscópica. Um círculo é a forma geométrica mais eficiente e equilibrada para girar em torno de um eixo central.
Os nossos aviões possuem asas e cauda porque precisam “cortar” o ar para gerar sustentação física e aerodinâmica. O formato discoide elimina essa limitação. Ele não precisa virar a “frente” para mudar de rumo; ele pode acelerar instantaneamente para a esquerda, direita ou para trás, pois qualquer lado funciona como a frente da nave, o formato lenticular gera o menor arrasto possível ao se deslocar.
O formato discoide ganhou força em 1947, após o avistamento do piloto norte-americano Kenneth Arnold e até hoje essa tipologia é filmada, fotografada e relatada. É a tipologia mais comum com relação à literatura dos discos voadores ou vimanas. A imprensa da época interpretou mal a frase e cunhou o termo “Flying Saucer” (Disco Voador). A partir daí, milhares de relatos subsequentes adotaram o formato e a ficção científica dos anos 1950 imortalizou a imagem do disco. O formato de “disco” é apenas um entre vários reportados, dividindo espaço com esferas, triângulos, charutos e cilindros (como o formato “Tic-Tac”).
Os Vimanas e a água.
Esses veículos são capazes de operar em múltiplos meios, usam tanto o ar quanto os oceanos, os oceanos não eram um obstáculo, mas sim uma pista de pouso ou rotas de navegação subaquática para essas máquinas. As rotas aéreas e marítimas dos atlantes conectavam polos que hoje são fossas oceânicas. Muitas das bases e “hangares” dessas naves continuam intactos no fundo do mar, protegidos por tecnologias de campo de força.
As entradas para o reino subterrâneo de Agharta ocorrem por meio de pontos geográficos específicos: embocaduras em montanhas sagradas e grandes fendas localizadas nas profundezas dos oceanos. Os vimanas utilizam o oceano como um “escudo denso” e natural para entrar e sair dessas aberturas sem serem detectados pela tecnologia da superfície. Vamos conhecer alguns desses portais aqui no Brasil: São Lourenço, Itanhandu, Aiuruoca, Carmo de Minas, Conceição do Rio Verde, Pouso Alto e São Thomé das Letras, todas essas cidade em Minas Gerais.
O Brasil também possui portais específicos localizados na costa e em ilhas, sendo a Ilha de Itaparica na Bahia como a principal rota para esses vimanas. Um dos pontos mais sagrados, o subsolo da ilha abriga uma imensa embocadura que se estende por baixo do Oceano Atlântico, Itaparica é descrita como um “Lugar Jina” (uma região onde o mundo físico se funde com dimensões sutis). A Ilha de Itaparica é o principal centro, contando com mais 7 cidades para compor o Sistema Geográfico da Bahia, sendo elas: Brejões, Brejões, Feira de Santana, Cachoeira, Santo Amaro da Purificação, Nazaré, São Antônio de Jesus e Amargosa.
É através dessa abertura oculta que os Vimanas conseguem transitar entre a parte interna e a superfície, utilizando a densidade da água do mar na Baía de Todos-os-Santos para ocultar suas emissões eletromagnéticas e de plasma.
Essas naves operam em frequências vibratórias além da visão humana comum. Elas geralmente se tornam visíveis apenas para pessoas com a sensibilidade espiritual desenvolvida, evitando o alarde da mídia. Como descrevi noutra matéria aqui no site, onde pude ter um contato visual com dois vimanas em meados de 2008, justamente pela minha frequência vibracional naquela ocasião.

