Por Diego Rodrigues
Loyalhanna Creek – Pensilvânia – 15 de maio de 1988
Sam Sherry havia chegado ao local para pescar à noite, como fazia tantas outras vezes. Assim que saiu do carro, teve a estranha sensação de que havia algo errado. Sentia que existia alguma coisa ali, algo incomum, observando cada um de seus movimentos.
Havia também um forte mau cheiro no ar. Curioso, ele acendeu uma lanterna potente e se deparou com um par de olhos vermelhos brilhantes. Sherry ficou atônito. Não era um urso, nem um grande felino, nem qualquer animal que ele já tivesse visto antes.
Segundo seu relato, o rosto da criatura era surpreendentemente humano, porém muito envelhecido e enrugado. Os lábios permaneciam franzidos e ela não possuía dentes visíveis. Respirava de forma extremamente ruidosa, ofegando, chiando, babando e cuspindo.

O detalhe mais estranho era o cabelo: havia apenas uma faixa estreita no topo da cabeça, semelhante a um moicano. Em partes dos ombros, peito e cotovelos, grandes áreas de pele estavam expostas. Sherry teve a impressão de que a criatura sofria de alguma doença de pele, semelhante à sarna, pois ela se coçava constantemente.
Os dois estavam separados por cerca de 7,5 metros (25 pés) e, aos poucos, tanto o homem quanto a criatura começaram a caminhar um em direção ao outro. Quando Sherry decidiu retornar ao carro, a criatura já estava tão próxima que ele conseguia sentir sua respiração em sua nuca e o terrível odor de carne em decomposição.
Em seguida, a criatura roçou seu corpo contra o cotovelo de Sherry, agarrou suas roupas por um instante e as soltou. Pouco antes de ele entrar no carro, ela colocou ambas as mãos sobre seus ombros e, logo depois, as retirou.
Sherry finalmente entrou no veículo. A criatura permaneceu parada, completamente ereta. Enquanto se afastava, ele ainda conseguiu vê-la levantar um dos braços.
fonte: Astonishing Encounters Pennsylvania’s unknown Creatures Casebook three – Stan Gordon
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