O solo de Minas Gerais atua como um verdadeiro farol para os discos voadores.

OS VIMANAS E O ESTADO DE MINAS GERAIS

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Na visão eubiótica, a experiência que tive em Coqueiral não foi um evento isolado, mas sim o testemunho físico de que as fronteiras aéreas e sutis do solo mineiro continuam ativas e monitoradas pelas inteligências do mundo interno.

Para a Eubiose, a enorme quantidade de avistamentos, abduções e fenômenos ufológicos no Sul de Minas Gerais não é uma coincidência geográfica, mas sim a evidência física do funcionamento do Sistema Geográfico Sul-Mineiro e de seus portais.

O caso do agricultor Arlindo Gabriel dos Santos, que desapareceu na região do Embornal em Baependi após fotografar e ser capturado por um objeto voador, é um exemplo direto para a doutrina. Baependi fica colada a Caxambu e a poucos quilômetros de São Lourenço (a oitava cidade do sistema) e de Aiuruoca (a sexta cidade).

Para os estudiosos da eubiose, o fenômeno do Embornal ocorreu ali porque a região é repleta de falhas geológicas, minerais específicos (como o quartzo) e fontes de águas minerais que servem como condutores energéticos para a abertura dos portais de Agharta.

O incidente envolvendo o suposto avistamento e captura de criaturas biológicas em Varginha é outro caso relacionando os discos voadores com Minas Gerais. As testemunhas descreveram seres de pele marrom, viscosa, com grandes olhos vermelhos e três protuberâncias na cabeça. Além de várias outras testemunhas sobre avistamentos de discos voadores. Varginha fica na borda externa do circuito sagrado.

Outros dois focos massivos de avistamentos em Minas Gerais ganham justificativas claras na doutrina. São Thomé das Letras, Célebre pelas aparições de luzes e naves, a cidade está assentada sobre uma gigantesca placa de quartzito. Para a Eubiose, esse mineral atua como uma lente amplificadora de energia cósmica, facilitando o tráfego etérico e físico de Vimanas. A famosa Gruta do Carimbado local é misticamente considerada uma das entradas físicas para os túneis subterrâneos que levam a Agharta.

Cidade vizinha cujo próprio nome histórico (século XVIII) deriva das estranhas “luminárias” (luzes) que os primeiros colonizadores viam subir e descer das serras — fenômeno que a eubiose classifica como o tráfego regular das frotas intraterrenas. Luminárias também é outra cidade com muito “tráfego” de discos voadores.

As naves e fenômenos são atraídos para lá porque o solo mineiro funciona como uma imensa bateria eletromagnética conectada diretamente ao coração do mundo subterrâneo.

O Caso Cláudio, ocorrido no município de Cláudio, na região Centro-Oeste de Minas Gerais, é um dos episódios mais intrigantes da ufologia militar brasileira. Ele ganhou grande força após vir a público o relato oficial de autoridades militares (como o depoimento do tenente-coronel da PM Eisenhower Guerck Austríaco) atestando que equipes policiais participaram de dezenas de diligências para averiguar aparições de OVNIs e “seres luminosos” na zona rural e nos arredores da Serra do Ouro Fala.

Diferente do Caso Varginha (onde as criaturas físicas e densas foram associadas a forças involutivas), as aparições relatadas no Caso Cláudio envolvem sondas, bolas de luz e seres de natureza puramente luminosa ou plasmática agindo ao redor da serra. Na visão da Eubiose, essas manifestações de luz não são naves extraterrestres de “chapa e parafuso”, mas sim o tráfego regular de Vimanas etéricos ou projeções de energia sutil.

Os tripulantes seriam os próprios povos de Agharta e os seres de alta evolução vibratória que utilizam o corpo plasmático/radiante para monitorar a superfície da Terra sem sofrer o choque magnético da poluição física. O epicentro do Caso Cláudio é a Serra do Ouro Fala. O próprio nome da serra já carrega uma conotação profundamente mística.

Essas estruturas geológicas facilitam a abertura de vórtices e portais interdimensionais que ligam a nossa realidade física às cidades subterrâneas. As luzes vistas subindo e descendo da Serra do Ouro Fala são interpretadas como o processo de entrada e saída dessas inteligências do subsolo do planeta.

Embora a Eubiose aponte o Sul de Minas (como o circuito de São Lourenço) como o coração do sistema geográfico sagrado, ela ensina que a energia desse polo gera ramificações e “linhas de força” que cortam todo o estado.

Coqueiral está estrategicamente posicionada no Sul de Minas Gerais, encontrando-se a poucos quilômetros de distância do Lago de Furnas e, mais importante, posicionada logo ao norte do circuito das Sete Cidades Sagradas da Eubiose. Na doutrina eubiótica, os Vimanas prateados vistos nessa faixa limítrofe estão frequentemente realizando o mapeamento ou patrulhamento energético das fronteiras do Sistema Geográfico antes de entrarem ou saírem dos portais dimensionais principais.

Toda a microrregião onde Coqueiral está inserida possui um subsolo altamente magnético e rico em formações minerais (como o quartzo). Coqueiral está espremida no meio de eixos ufológicos e esotéricos fortíssimos: fica muito perto de Três Pontas e de Varginha. Essa triangulação coloca o céu de Coqueiral exatamente na rota de cruzamento das correntes de energia que sobem do sistema central de São Lourenço em direção ao interior de Minas Gerais.

Na visão eubiótica, a experiência que tive em Coqueiral não foi um evento isolado, mas sim o testemunho físico de que as fronteiras aéreas e sutis do solo mineiro continuam ativas e monitoradas pelas inteligências do mundo interno. Já relatado nesse portal por mim, em 2008 tive a oportunidade de ver dois vimanas sobrevoando a cidade de Coqueiral, interior de Minas Gerais.

Na época eu vi não um, mas dois discos voadores voando lado a lado, isso não é incomum. Na visão da Eubiose e das ciências ocultas que estudam a tecnologia de Agharta, os Vimanas viajam em dupla (ou em parelhas) por uma necessidade técnica e física de equilíbrio de polaridades energéticas. Eles não voam juntos por “companheirismo” militar ou segurança visual, mas sim para conseguir estabilizar o voo na atmosfera densa da nossa superfície.

A propulsão dos Vimanas é baseada no magnetismo e na manipulação do Éter (a força vital universal). Para que uma nave consiga se deslocar e se sustentar no ar sem usar combustíveis fósseis ou propulsão por explosão, ela precisa criar um campo de força.

Nave Alfa (Positiva): Emite uma onda de polaridade masculina/projetiva.
Nave Beta (Negativa): Emite uma onda de polaridade feminina/receptiva.
O Vórtice: Quando viajam em dupla, as duas naves geram um campo de ressonância magnética mútuo entre elas. Esse circuito fechado cria um corredor de gravidade zero ou vácuo etérico. Isso permite que elas cortem o céu da superfície sem sofrer o atrito destrutivo da nossa atmosfera poluída.

O Portal G1 descreve um caso na década de 70. Em novembro de 1970, a cidade de Passa Quatro viveu uma onda de avistamentos em que objetos voadores causaram blecautes massivos, danos em transformadores e panes em motores de carros. O caso foi amplamente documentado pela imprensa da época. Passa Quatro fica colada a Pouso Alto e Itanhandu, que são, respectivamente, a primeira e a segunda cidades do Sistema Geográfico Sul Mineiro.

Para a Eubiose, as panes elétricas na cidade não foram atos de hostilidade. Elas ocorreram devido ao imenso campo de fricção etérica gerado quando os Vimanas realizavam a transição dimensional. Ao saírem dos portais subterrâneos da Mantiqueira, a energia dessas naves causou uma sobrecarga eletromagnética natural na precária rede elétrica da superfície.

As cidades de Itaguara e Passatempo, localizadas próximas à região Central de Minas, registraram por décadas relatos de “sondas luminosas” conhecidas localmente como mãe-do-ouro. Moradores frequentemente relatavam bolas de luz que perseguiam carros nas estradas de terra ou entravam diretamente nos topos das serras. Essas cidades ficam localizadas exatamente sobre prolongamentos geológicos que conectam o Sul de Minas ao Centro-Oeste do estado (passando por Cláudio).

Muito antes do famoso caso de 1996, a cidade de Varginha já possuía uma forte tradição de contatos. Em 1962, o barbeiro Geraldo Bichara relatou ter sido abduzido na região, e em 1970 a cidade inteira testemunhou uma nave sobrevoando o centro urbano em baixa altitude. Varginha é uma zona de transição magnética na borda do sistema de Sete Cidades.

O Caso Antônio Vilas Boas (ocorrido em 1957 em São Francisco de Sales, Minas Gerais) é mundialmente famoso como o primeiro relato detalhado de abdução ufológica. O agricultor afirmou ter sido levado para dentro de uma nave por seres de baixa estatura, despido, submetido à coleta de sangue e forçado a manter relações sexuais com uma mulher de aparência humanoide (loira, de olhos puxados e sem pelos corpóreos).

O tráfego ufológico de qualquer natureza é intensificado em Minas Gerais porque o estado atua como uma gigantesca “bateria aberta”. As naves utilizam essas linhas magnéticas e falhas geológicas naturais do solo mineiro como “estradas” para entrar e sair da atmosfera da Terra sem gastar suas fontes de propulsão.

Embora a Serra da Beleza fique tecnicamente na divisa com o Rio de Janeiro, sua extensão geológica corta o sul mineiro, sendo um dos locais com maior índice de avistamentos de Vimanas prateados em dupla no Brasil, assim como a formação que eu avistei. Em todas essas ocorrências, a Eubiose deixa claro que Minas Gerais funciona como um organismo vivo: as montanhas são as antenas, os minerais são os condutores e os avistamentos são os reflexos visíveis de uma civilização interna que guarda as chaves da evolução humana.

As sete cidades sagradas localizadas no Sul de Minas Gerais, que compõem o principal sistema geográfico da Eubiose, são:

  • Pouso Alto (1ª Cidade)
  • Itanhandu (2ª Cidade)
  • Carmo de Minas (3ª Cidade)
  • Conceição do Rio Verde (4ª Cidade)
  • São Tomé das Letras (5ª Cidade)
  • Aiuruoca (6ª Cidade)
  • Maria da Fé (7ª Cidade)

Fonte: Folha de SP, G1, Eubiose.

O Caso Varginha refere-se a uma série de avistamentos de OVNIs e criaturas misteriosas ocorridos em janeiro de 1996 em Varginha, Minas Gerais. O episódio envolveu relatos de captura de seres extraterrestres pelo Exército Brasileiro e gerou intensa movimentação militar e médica, tornando-se o caso ufológico mais famoso do Brasil.
O Caso Varginha refere-se a uma série de avistamentos de OVNIs e criaturas misteriosas ocorridos em janeiro de 1996 em Varginha, Minas Gerais. O episódio envolveu relatos de captura de seres extraterrestres pelo Exército Brasileiro e gerou intensa movimentação militar e médica, tornando-se o caso ufológico mais famoso do Brasil.

Simulação do Caso Cláudio.

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