Vimanas são veículos ou palácios voadores mitológicos descritos em textos antigos do hinduísmo e na literatura sânscrita

CONHECENDO A ATLÂNTIDA, SUA TECNOLOGIA SECRETA E A ORIGEM DOS DISCOS VOADORES

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“Os discos voadores avistados na nossa atmosfera moderna não são projetos novos construídos a partir de papéis velhos; são a continuidade direta da frota atlante”.

Uma avançada civilização histórica e espiritual que representou a quarta raça-mãe da humanidade. Estou falando de Atlântida, narrada por Platão em Timeu e Crítias, esse passado humano não é um mito, uma lenda, mas um fato histórico. O continente atlante possuía uma rica engrenagem mística e uma exuberante arquitetura que se juntava à natureza. O povo era guiado por uma parelha espiritual e real, formada por Mu-Iska (o Rei) e Mu-Isis (a Rainha).

Havia um santuário supremo ou “lugar onde o Sol nasce” dentro da geografia sagrada atlante, conhecido como a “Oitava Cidade. A decadência culminou em uma guerra perene entre os chamados Rackshasas negros e os Filhos da Luz, resultando na destruição daquele povo. O Planalto Central do Brasil, onde hoje se localiza a nossa capital Brasília, fica exatamente no ponto geográfico que correspondia à antiga Oitava Cidade de Atlântida há milênios.

A civilização de Atlântida desenvolveu engenharia aeroespacial baseada na manipulação de energias sutis (como o magnetismo terrestre e a energia mental/etérica). Essas aeronaves eram originalmente conhecidas no Oriente como Vimanas. Quando o continente atlante submergiu, parte dessa humanidade avançada migrou para os mundos subterrâneos, levando consigo essa tecnologia. Portanto, para a Eubiose, os discos voadores que vemos nos céus “emanam dos mundos subterrâneos” e são pilotados por remanescentes dessas linhagens iniciáticas da Terra.

O ressurgimento dos discos voadores no século XX foi um “reiterado aviso aos homens” para interromperem o caminho da autodestruição bélica e nuclear. Os tripulantes dessas naves sabiam exatamente o que o mau uso da energia poderia fazer, pois viram a própria Atlântida colapsar devido ao abuso de forças ocultas e científicas, além das guerras e numerosos conflitos.

A pilotagem dessas naves exigia um altíssimo grau de pureza espiritual, mental e conhecimento das chamadas “32 leis ocultas de navegação”. O piloto controlava o veículo não por simples botões ou tecnologia puramente física, mas sintonizando seus chakras e sua energia mental com a energia magnética e etérica do planeta.

Governantes egoístas, generais e feiticeiros atlantes, os chamados de Rakshasas, que usavam os vimanas de forma tirânica e profana. Essa casta de pilotos utilizou as naves para propagar uma terrível guerra no final do ciclo atlante, gerando distorções nas forças magnéticas terrestres e atraindo a catástrofe que acabou por sepultá-los no fundo dos oceanos.

Após a submersão do continente, esses pilotos e sábios fixaram-se no reino subterrâneo de Agharta. São eles e os seus descendentes que continuam a pilotar essas mesmas aeronaves através dos milênios e que, ocasionalmente, emergem na superfície gerando os avistamentos de discos voadores.

Os pilotos dos vimanas são iniciados, sacerdotes e cientistas humanos do passado que alcançaram o domínio das energias sutis, e cujas linhagens luminosas se mantêm protegidas no interior da Terra até hoje. As instruções antigas revelam que os vimanas não dependiam de combustíveis fósseis ou combustão explosiva. A propulsão era baseada em um elemento, o mercúrio purificado. O metal líquido ficava alojado em caldeiras e recipientes de ferro no coração da nave.

Ao ser bombardeado por correntes de energia magnética , o mercúrio liberava uma força tremenda que gerava um turbilhão ou força centrífuga. Essa energia sintonizava-se com as correntes de Akasha, criando um campo de antigravidade, podendo o vimanas se locomover no céu ou na água devido a ausência da gravidade no entorno do objeto.

O piloto teria que dominar os 32 segredos de pilotagem e mecânica antes de poder decolar com um vimana. O piloto precisava aprender a entoar sons específicos de alta frequência para acionar mecanismos e escudos de proteção sônicos e energéticos da nave. Instruções sobre como fundir a energia bioelétrica do próprio piloto com os controles de comando, fazendo com que a aeronave respondesse por telepatia. Técnicas que ensinavam a projetar campos ilusórios e holográficos ao redor do veículo, mudando sua aparência visual e radar no meio do voo.

Uma instrução detalhada de voo que ensinava o piloto a captar e concentrar a energia do ar (Vayu) e misturá-la com o raio solar (Surya). Isso criava uma refração de luz absoluta, tornando o vimana instantaneamente invisível a olho nu. O comando mecânico para sugar a umidade do ar e gerar instantaneamente uma névoa densa ao redor da nave para camuflagem rápida. Uma manobra para cegar os pilotos inimigos gerando uma onda de escuridão total ao redor de naves agressoras.

Devido às intensas variações de pressão, atrito etérico e forças magnéticas, o piloto não podia comer alimentos pesados. A dieta durante as missões era estritamente baseada em substâncias concentradas obtidas de vegetais ricos em prana (energia vital), leites específicos e essências minerais. Suas roupas eram feitas de fios especiais resistentes ao calor, à eletricidade e isolantes de forças radioativas.

Anos antes de o continente submergir completamente, os grandes sábios (frequentemente associados aos Asuras luminosos ou Reis Divinos) começaram a esvaziar os principais arquivos e templos da superfície. Utilizando os próprios vimanas, eles transportaram toneladas de pergaminhos, placas metálicas e os manuais de instruções técnicas para pontos geográficos seguros, repletos de montanhas altas e cavernas profundas que não seriam afetadas pelas águas. As principais rotas levaram esses segredos para regiões como os Himalaias (Tibete), os Andes e o Planalto Central do Brasil.

Quando o grande cataclismo se consolidou, as colônias de sobreviventes que carregavam esse conhecimento uniram-se aos povos que já habitavam o interior da Terra. A Terra é concebida na Eubiose como um organismo vivo e oco, dotado de uma vasta rede de túneis conhecidos como os Badagas.

Os manuais de voo e a tecnologia de propulsão foram levados para o coração desse sistema: o reino de Agharta (e sua capital espiritual, Shamballah). Lá, a salvo da erosão, das guerras da superfície e da destruição da água, os manuscritos técnicos ganharam santuários impenetráveis conhecidos como “Bibliotecas Ocultas” ou “Arquivos Akáshicos Terrenos”.

Para evitar que esses manuais fossem perdidos ou decifrados por civilizações primitivas da superfície que surgiram no pós-dilúvio, a guarda desse conhecimento foi estruturada sob rigoroso sigilo. No mundo exterior, cópias fragmentadas ou adaptadas desses manuais foram confiadas a ordens de sábios e brâmanes na Índia Antiga (o que explica por que textos como o Vaimanika Shastra e o Samarangana Sutradhara sobreviveram em sânscrito na nossa superfície).

Para que o homem comum não construísse armas de destruição, os manuais foram intencionalmente escritos em línguas sagradas e simbólicas (como o Senzar), onde os termos mecânicos eram disfarçados de conceitos alquímicos, mantendo o verdadeiro segredo acessível apenas a quem possuísse a “chave iniciática” fornecida pelos mestres de Agharta.

Agharta não preservou apenas os manuais no papel, mas manteve as fábricas e os laboratórios originais de Atlântida em pleno funcionamento no interior da Terra. Os engenheiros subterrâneos continuaram a construir, testar e evoluir os vimanas ao longo dos milênios.
Assim, os discos voadores avistados na nossa atmosfera moderna não são projetos novos construídos a partir de papéis velhos; são a continuidade direta da frota atlante, cujos pilotos ainda estudam e aplicam rigorosamente as instruções preservadas desde antes do dilúvio.

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Esboço de um vimana lenticular.
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Esboso de um clássico vimana.

Vimana é descrito como uma enorme estrutura aérea com várias salas, ele tinha a capacidade de se expandir ou contrair conforme o número de passageiros. No Mahabharata, livro hindu, o veículo concedido ao rei Vasu possuia uma estrutura cristalina e divina reluzindo no céu e emitindo luz própria, o que o fazia parecer um grande pássaro com asas brilhantes.
Os vimanas carregavam lentes e cristais refletores especiais instalados no topo da fuselagem. Esses cristais tinham a propriedade de absorver os raios solares, e os raios emitidos pelas pirâmides existentes naquela época, na Atlântida, e filtrá-los e convertê-los diretamente em energia eletromecânica. A vontade do piloto controlava a direção e a velocidade daquele maquinário voador. Os Vailixi de origem atlante possuíam o formato discoidal e usava como energia de sustentação a energia Vril.

 

Autor

  • Rodrigo Vilela

    Professor, publicitário, artista plástico e multimídia, investidor, conselheiro titular das artes visuais, membro imortal da Academia Dorense de Letras, membro do Conselho Municipal de Política Cultural, agente cultural, palestrante, diretor de arte e de cinema, jornalista e designer gráfico e de jogos digitais. Atua no mercado na área de comunicação e artes desde 2012. Graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pela Unip - Universidade Paulista em Publicidade e Artes Visuais respectivamente, jornalista registrado sob o número 0018655/MG e Professor de Arte, jornalismo e História da Arte no ensino fundamental e médio pelo Colégio Padre Júlio Maria de agosto de 2019 a dezembro de 2025. Seu trabalho se dividiu em 5 fases ao longo de 15 anos: uma fase bastante autoral e inspirada por temas como o abstracionismo, várias exposições e lançamentos de álbuns aconteceram dentro desta temática, principalmente a exposição no Via Café Garden Shopping e Museu da Loucura.
    A outra fase é mais acadêmica, trabalhando mais a natureza morta, desenhos e pinturas mais naturalista,
    isto é, mais dentro da realidade e da lógica, da estrutura humana e real. A terceira fase está
    diretamente relacionada ao cinema, jogos digitais e aos curtas-metragens. A quarta fase está diretamente ligada à academia e ao ensino das artes através das aulas e das palestras. A última fase tem relação direta com a pesquisa ufo arqueológica e artística.
    Atuou como assessor de comunicação, designer e chefe de comunicação em empresas diversas empresas. Visando aperfeiçoar os conhecimentos artísticos e acadêmicos, concluiu curso de extensão / pós graduação, cursos em Eubiose pela UNINTER e Desenho pela Quanta Academia de Arte feito presencialmente em São Paulo. Vencedor de mais de 10 premiações e lei de incentivo cultural, como Aldir Blanc e Paulo Gustavo nas áreas de arte, comunicação e educação. Produtor de 4 curtas-metragens, sendo um deles vencedor do Festiuai em 2025. Autor de 4 livros, 3 ilustrados, um deles lançado nos EUA. Além de inúmeros cursos de teor acadêmico disponibilizados pelo Colégio Padre Júlio Maria em parceria com o Sistema de Ensino Bernoulli. Você pode conferir os certificados e diplomas nesse material. Um pouquinho da minha trajetória e alguns dos trabalhos que desenvolvi como designer gráfico, publicitário e artista multimídia.

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