Bob Lazar é a figura central que colocou a misteriosa base militar da Área 51 no mapa da cultura pop mundial. Em 1989, ele veio a público em uma entrevista histórica com o jornalista George Knapp afirmando ter sido contratado pelo governo dos Estados Unidos para fazer engenharia reversa em naves alienígenas.

BOB LAZAR E A LIGAÇÃO COM OS TEXTOS ANTIGOS

Casos Ufológicos Casos Mundiais Casos Ufológicos Famosos Notícias Notícias Nacionais

Um cientista que me chama bastante a atenção é Bob Lazer. Segundo ele, trabalhou em engenharia reversa de vimanas na Área 51. As declarações de Lazar sobre a engenharia das naves que ele diz ter analisado na instalação “S-4” na Área 51, possuem pontos de convergência impressionantes com a física oculta ensinada décadas antes na Sociedade Brasileira de Eubiose pelo Professor Henrique.

Vamos aos detalhe: Lazar afirmou que o motor do disco voador (que ele chamava de “Modelo Esportivo”) e que aparentemente tem relação visual com a tipologia discoide ou lenticular das vimanas, o moter era alimentado por um elemento químico pesado e superestável que não existia naturalmente na Terra: o Elemento 115 (Moscóvio). Esse elemento gerava sua própria energia e criava um campo de força.

Na Eubiose, o Professor Henrique ensinava que os vimanas não usavam combustão física, mas sim uma energia cósmica e pura chamada Vril. O Vril é captado através de reatores baseados em minerais e cristais desconhecidos e altamente puros extraídos do mundo subterrâneo de Agharta. Para um eubiota, o Elemento 115 descrito por Lazar seria a tradução científica material de um desses minerais sagrados que compõem os dínamos de Vril das naves.

Lazar detalhou que a nave possuía três amplificadores de gravidade móveis na parte inferior (em forma de tubos ou esferas). Eles direcionavam ondas gravitacionais para distorcer o espaço-tempo ao redor do veículo, permitindo que ele se deslocasse mudando de direção instantaneamente e sem fazer barulho.

Isso descreve exatamente o mecanismo do Vimana Lenticular. Décadas antes de Lazar, o Professor Henrique já ensinava que os discos de Agharta possuíam três dínamos inferiores dispostos em triângulo. A função exata desses dínamos era inverter a polaridade magnética da nave em relação ao campo telúrico do planeta, criando um escudo de antigravidade que anulava a inércia e o atrito com o ar, gerando o silêncio absoluto.

Bob Lazar relatou ter ficado chocado ao entrar no disco voador porque o interior era extremamente simples. Não havia fiação exposta, tubulações, janelas óbvias, cantos pontiagudos ou painéis cheios de botões. Tudo parecia fundido em uma peça única e lisa de cor prateada/grafite. Ele teorizou que a interface de controle operava de forma direta e sem fios.

O Professor Henrique sempre explicava que a metalurgia de Agharta produzia uma liga de cristais maleáveis e metais puros de aspecto espelhado e prateado. As cabines dos vimanas legítimos operavam por indução telepática e ressonância, onde o sistema nervoso e o cérebro do piloto controlavam os cristais do painel mentalmente. A descrição de Lazar de um ambiente limpo, sem botões e fundido em uma peça só, bate exatamente com a arquitetura das cabines de Agharta.

Rascunho feito pelo Bob Lazar

A comparação entre os três dínamos inferiores dos Vimanas, descritos pelo Professor Henrique José de Souza, e os três amplificadores de gravidade relatados por Bob Lazar revela uma identidade de funcionamento mecânico e geométrico impressionante, mudando apenas a nomenclatura.

O Professor ensinava que os dínamos formam um triângulo equilátero perfeito na base do Vimana Lenticular. Essa trindade mecânica projeta um campo de força cônico para baixo. Ao equilibrar a energia nos três pontos, a nave consegue pairar imóvel no ar. Lazar descreveu que a nave que ele analisou possuía três “guias de onda” ou amplificadores na base. Eles também funcionavam de forma independente, mas configurados em uma base triangular para criar uma rede geométrica de distorção gravitacional.

Bob Lazar dividiu o funcionamento dos amplificadores em dois modos de voo, que explicam exatamente as manobras e as luzes que o Professor Henrique descrevia nos Vimanas de Agharta. Neste modo, usado para pairar ou voar baixo, a nave utiliza apenas um dos amplificadores apontado para o chão para se sustentar. Os outros dois amplificadores ficam livres para girar e empurrar a nave para os lados, fazendo com que ela se desloque de forma oscilante, quase como uma folha caindo.

O Professor Henrique explicava que, ao se aproximar do solo ou de portais geográficos (como em São Lourenço), o Vimana desacelera e passa a emitir luzes de tons alaranjados ou avermelhados. Esse brilho colorido é o efeito físico do atrito magnético de um único dínamo sobrecarregado empurrando a gravidade da Terra para manter o voo estável em baixa velocidade.

Segundo Lazar, para viajar no espaço ou a velocidades hipersônicas, a nave muda o padrão. Os três amplificadores são focados em um único ponto, convergindo seus feixes para a frente ou para cima. Isso cria uma distorção maciça no espaço-tempo: a nave não “corre”, ela é puxada pelo próprio vácuo que cria à sua frente. JHS afirmava que, quando os Vimanas lenticulares acionavam seus três dínamos em potência máxima e unificada, a nave emitia uma intensa luz azul ou branca brilhante e mudava de direção em ângulos retos sem sofrer impacto ou quebrar a barreira do som de forma barulhenta. A convergência dos três dínamos anulava a massa da nave, gerando o deslocamento instantâneo.

Enquanto a ciência da superfície através de Bob Lazar tentava decifrar o fenômeno medindo a distorção da gravidade macroscópica, o Professor Henrique José de Souza explicava que os três dínamos operavam controlando a anatomia sutil da própria Terra. Para os eubiotas, os amplificadores de Lazar nada mais são do que a tentativa humana de replicar mecanicamente o controle mental do Vril exercido pelos seres de Agharta.

Bob Lazar é a figura central que colocou a misteriosa base militar da Área 51 no mapa da cultura pop mundial. Em 1989, ele veio a público em uma entrevista histórica com o jornalista George Knapp afirmando ter sido contratado pelo governo dos Estados Unidos para fazer engenharia reversa em naves alienígenas
Bob Lazar é a figura central que colocou a misteriosa base militar da Área 51 no mapa da cultura pop mundial. Em 1989, ele veio a público em uma entrevista histórica com o jornalista George Knapp afirmando ter sido contratado pelo governo dos Estados Unidos para fazer engenharia reversa em naves alienígenas.


Para o Professor Henrique José de Souza, a invisibilidade dos vimanas não é um efeito óptico de camuflagem (como uma pintura ou painéis que projetam o cenário de fundo), mas sim um fenômeno físico real baseado na transição interdimensional da matéria e na distorção do campo magnético.

O Professor Henrique José de Souza (1883–1963) foi um dos maiores expoentes do misticismo e do esoterismo no Brasil, responsável por fundar o movimento filosófico-espiritual que hoje conhecemos como Eubiose.
O Professor Henrique José de Souza (1883–1963) foi um dos maiores expoentes do misticismo e do esoterismo no Brasil, responsável por fundar o movimento filosófico-espiritual que hoje conhecemos como Eubiose.
Disco Voador descrito por Bob Lazar.

What do you feel about this post?

0%
like

Like

0%
love

Love

0%
happy

Happy

0%
haha

Haha

0%
sad

Sad

0%
angry

Angry

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *