VaSTERVIK

OS SERES DE VäSTERVIK – SUÉCIA- 1979

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Por: Diego Rodrigues

Em 1979, na Suécia, a jovem Lilli-Ann Karlsson caminhava sozinha quando se deparou com um objeto pairando a cerca de um metro do solo. Por detrás dele, surgiram duas entidades humanoides que flutuavam próximas ao chão e que, intrigantemente, lhe ofereceram um pedaço de “bolo”.

Västervik, Suécia – madrugada de 3 para 4 de dezembro de 1979

Por volta da 1h da manhã, a jovem Lilli-Ann Karlsson caminhava sozinha pela tranquila cidade costeira de Västervik, no sudeste da Suécia. Ela seguia em direção aos chamados Alpes de Breviks, uma área recreativa nos arredores da cidade. No centro do parque havia uma colina alta, coberta de grama, sem árvores ou arbustos, usada como pista de esqui artificial. Naquela noite, o céu estava limpo e a lua iluminava bem o local.

Caminhando devagar, com as mãos nos bolsos da jaqueta e o olhar voltado para o chão, Lilli-Ann deixou a mente vagar. De repente, parou abruptamente, como se tivesse sido paralisada. Um pouco acima da pista de esqui, ao lado do caminho, ela viu um objeto fracamente luminoso, silencioso, pairando a cerca de um metro do chão.

Impulsionada pela curiosidade, ela se aproximou. Teve então a nítida sensação de estar sendo observada e compreendeu que aquilo era algum tipo de nave, possivelmente tripulada. Nesse momento, dois seres surgiram, contornando o objeto.

Eles eram altos, com cerca de 1,80 m, magros, completamente brancos, com uma pele que ela descreveu como semelhante a veludo. Não possuíam traços faciais bem definidos, mas tinham orelhas grandes e pareciam levitar ligeiramente acima do solo.

Ela percebeu que os seres estavam conversando entre si, embora seus lábios não se movessem. A comunicação parecia ocorrer dentro de sua mente, e ela entendia que falavam sobre ela. Ao mesmo tempo, ouviu uma voz dizendo para que não tivesse medo. Curiosamente, Lilli-Ann não sentiu pânico, apenas uma sensação de estranheza, quase ridícula. Chegou a perceber algo que interpretou como risadas, como se os seres comentassem que ela parecia engraçada.

Os humanoides se aproximaram. Um deles estendeu a mão em sua direção. Nela havia algo que Lilli-Ann descreveu como um “pedaço de bolo de chocolate”. Ela tentou se mover, mas não conseguiu: não conseguia mexer os braços nem sair do lugar. As criaturas continuaram oferecendo o “bolo” enquanto “conversavam” entre si.

AI
ilustraçao AI

Depois de algum tempo, desistiram. Viraram-se calmamente e retornaram à nave. Assim como haviam surgido, desapareceram repentinamente. Logo depois, Lilli-Ann viu uma espécie de fumaça saindo da parte inferior do objeto. No instante seguinte, a nave simplesmente sumiu, sem que ela conseguisse entender como.

Assim que o objeto desapareceu, a paralisia cessou. Lilli-Ann correu para casa o mais rápido que pôde. Entrou chorando, extremamente abalada. Uma amiga que morava com ela na época mais tarde relataria aos investigadores que Lilli-Ann estava completamente histérica, algo muito fora de seu comportamento habitual.

Mais tarde, naquela mesma noite, o irmão de Lilli-Ann chegou em casa. Ela contou tudo o que havia acontecido e, em choque, chegou a dizer que talvez estivesse enlouquecendo e que deveria procurar uma clínica psiquiátrica. O irmão a acalmou e sugeriu outra alternativa: procurar um pesquisador de OVNIs conhecido na cidade. No dia seguinte, ela entrou em contato com ele.

Dois dias depois, Lilli-Ann voltou ao local acompanhada do ufólogo e jornalista Tor Wiklund. Eles examinaram cuidadosamente a área, mas não encontraram vestígios físicos: nenhuma marca na grama, nenhum sinal de queimadura ou de vegetação amassada.

Fonte: Ovniologia

 

Autor

  • Eliete Campos

    Graduada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, pós graduada em AI e Arquitetura de Software. Estudiosa e pesquisadora do fenômeno Ufo desde 2005.

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