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EX-CAÇADOR DE UAPS (FENÔMENOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS) DO GOVERNO ESCREVE LIVRO E DESCREVE ALIENÍGENAS QUE VIU

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JAY STRATTON: OS ENCONTROS COM SERES NÃO HUMANOS QUE MARCARAM SUA TRAJETÓRIA NA INVESTIGAÇÃO DE OVNIs

Jay Stratton, ex-especialista em UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) do Pentágono, passou grande parte de sua carreira caçando inteligência alienígena ,  conta ao programa “CUOMO” que acordou cedo certa manhã e viu algo estranho espiando sua casa na região de Washington, DC.

Ex-diretor de uma força-tarefa governamental sobre fenômenos anômalos afirma ter visto criaturas humanoides em duas ocasiões e sustenta que os Estados Unidos esconderiam um programa de décadas dedicado à recuperação e à engenharia reversa de tecnologias de origem não humana.

Uma carreira marcada por relatos extraordinários

Após quase duas décadas envolvido em investigações relacionadas a fenômenos aéreos não identificados, Jay Stratton decidiu tornar públicas experiências que, segundo ele, foram além da análise de vídeos, documentos e depoimentos de testemunhas.

Ex-integrante de iniciativas de investigação ligadas à Agência de Inteligência de Defesa dos Estados Unidos (DIA) e ex-diretor da Força-Tarefa de Fenômenos Aéreos Não Identificados (UAP Task Force), Stratton afirma que teve contato visual direto com aquilo que considera seres não humanos.

Durante uma entrevista jornalística para divulgar seu livro Out of the Shadows: Revealing the Truth About Non-Human Intelligent Life, ele foi questionado sobre a diferença entre observar um objeto voador com comportamento incomum e encontrar uma entidade aparentemente viva.

Stratton respondeu que suas experiências não se limitaram a objetos no céu. Segundo ele, ao longo de sua trajetória, presenciou situações envolvendo figuras humanoides que não reconheceu como humanas.

Entre os episódios que descreve, um teria ocorrido em sua própria casa, em Washington, e outro durante uma investigação de campo.

A criatura que observava seu filho pela janela

Um dos relatos mais pessoais de Stratton envolve uma manhã em que ele se preparava para sair para o trabalho.

Segundo sua descrição, ele havia acordado cedo, como costumava fazer, e estava desperto e em plena consciência quando percebeu uma figura humanoide do lado de fora, observando seu filho através de uma janela.

Stratton enfatizou que não estava sonolento nem confundindo a situação com um sonho. Naquele momento, a aparência da figura lhe pareceu claramente diferente da de um ser humano.

Ao descrevê-la, destacou três características: uma cabeça muito grande, olhos negros extremamente pequenos e um nariz reduzido. Também mencionou uma boca pequena, cuja forma não conseguiu detalhar com precisão na entrevista.

A criatura estaria olhando para seu filho quando Stratton se aproximou. Ao contornar um canto da casa, ele chamou a atenção do ser. Os dois, segundo ele, fizeram contato visual.

A reação de Stratton foi imediata: saiu de casa para tentar alcançar a figura.

O investigador explicou que costuma avançar em direção ao perigo, em vez de recuar. Entretanto, quando chegou ao lado de fora, a criatura já havia desaparecido completamente.

O episódio teria sido particularmente marcante porque, naquele período, Stratton já acumulava anos de experiência profissional investigando relatos de UAPs. Ainda assim, ele descreveu a aparição como algo que não correspondia ao que conhecia de sua atividade oficial.

A entrevista não apresenta detalhes suficientes para determinar a localização exata da figura, quanto tempo ela permaneceu diante da janela ou de que maneira desapareceu. Stratton, porém, sustentou que sua percepção foi direta e que não acreditou estar diante de um ser humano.

Um segundo encontro durante uma investigação de campo

O relato doméstico não foi a única experiência pessoal mencionada por Stratton.

Ao ser questionado sobre outros encontros, ele descreveu uma ocasião anterior, ocorrida durante uma investigação de campo. Segundo seu depoimento, encontrou uma figura humanoide com dois braços e duas pernas, mas de proporções muito maiores do que as de uma pessoa comum.

Stratton estimou que o ser tivesse entre seis e sete pés de altura, possivelmente chegando a oito pés — aproximadamente entre 1,83 e 2,44 metros. Ele próprio tem cerca de 1,83 metro e afirmou que a figura era consideravelmente mais alta do que ele.

O entrevistador procurou esclarecer se Stratton estava falando apenas de um objeto que demonstrava comportamento inteligente ou de algo que parecia possuir vida e consciência.

A resposta foi direta: ele afirmou ter visto algo que considerou uma forma de vida não humana.

O que significa “inteligência não humana”?

Durante a conversa, Stratton explicou por que prefere a expressão inteligência não humana à palavra “alienígena”.

Em sua avaliação, o termo mais abrangente permite considerar diferentes possibilidades sem presumir antecipadamente a origem de uma entidade. A palavra “alienígena”, por outro lado, pode levar o público a imaginar imediatamente um ser vindo de outro planeta.

Para Stratton, a questão central é distinguir aquilo que é humano daquilo que não é.

Essa definição, segundo ele, ajuda a enquadrar os fenômenos que investigou ao longo de sua carreira. Sua argumentação é que alguns episódios não podem ser reduzidos à observação de luzes ou objetos no céu, pois envolveriam entidades que aparentariam apresentar características biológicas e comportamento inteligente.

O suposto programa secreto de recuperação de tecnologia não humana

Além das experiências pessoais, Stratton fez uma afirmação de grande alcance sobre o que teria descoberto durante suas investigações.

Segundo ele, existiria um programa secreto de longa duração, denominado por ele de Legacy Program, envolvendo setores da Agência Central de Inteligência (CIA), da Força Aérea, do Departamento de Energia e empresas contratadas pelo setor de defesa.

Stratton alegou que essa estrutura estaria envolvida em uma disputa estratégica para recuperar e realizar engenharia reversa de veículos de origem não humana.

Na interpretação apresentada por ele, a competição seria comparável a uma corrida tecnológica de longo prazo: o país que conseguisse compreender e reproduzir essas tecnologias poderia conquistar uma vantagem decisiva no futuro.

O ex-investigador também afirmou acreditar que o programa teria sido mantido em segredo durante décadas, sem que o Congresso e o presidente dos Estados Unidos recebessem informações completas sobre suas atividades.

Essas alegações são relevantes para compreender a visão de Stratton sobre o fenômeno UAP, mas precisam ser tratadas com cautela. A entrevista não apresenta documentos comprobatórios que permitam confirmar a existência, a estrutura ou as atividades do programa conforme descritas por ele.

Também não demonstra, de forma independente, que os objetos supostamente recuperados seriam de origem não humana.

Por que tornar os relatos públicos agora?

Questionado sobre como poderia publicar um livro com declarações tão extraordinárias sem revelar informações classificadas, Stratton argumentou que o conteúdo divulgado não deveria ser confundido com a exposição de material sigiloso.

Ele afirmou que sua intenção é chamar a atenção para o tema e pressionar o governo a tratar a questão com maior transparência.

Segundo Stratton, informações sobre o fenômeno deveriam ser apresentadas de maneira adequada aos representantes eleitos e à Presidência, permitindo que o país avalie o assunto de forma institucional.

Sua motivação, portanto, não estaria limitada a compartilhar experiências pessoais. Ele também pretende estimular uma discussão pública sobre o que o governo dos Estados Unidos sabe — ou, segundo sua interpretação, ainda mantém oculto — a respeito dos UAPs.

Entre o testemunho e a comprovação

Os relatos de Jay Stratton levantam questões que interessam diretamente à ufologia: a possibilidade de encontros com entidades humanoides, a diferença entre testemunhar um fenômeno e compreendê-lo, e o papel das instituições governamentais na investigação de ocorrências anômalas.

O episódio da criatura que observava seu filho pela janela se destaca pela natureza íntima e inesperada do encontro. Já a descrição da figura extraordinariamente alta, encontrada durante uma investigação de campo, situa a experiência no contexto de seu trabalho profissional.

É importante, contudo, separar o peso que essas experiências tiveram para Stratton daquilo que pode ser demonstrado publicamente. Sua trajetória em órgãos governamentais dá contexto às declarações, mas não comprova, por si só, a interpretação de que as figuras vistas eram seres não humanos.

Ainda assim, os testemunhos ajudam a compreender por que Stratton considera que a investigação dos UAPs não deveria se restringir a imagens de objetos voadores. Para ele, a questão envolve também a possibilidade de formas de inteligência que não se encaixam nas categorias humanas conhecidas.

Seus relatos deixam uma pergunta central para a investigação: como distinguir uma experiência extraordinária, interpretada por uma testemunha como contato com uma inteligência não humana, de um acontecimento cuja natureza possa ser comprovada por evidências independentes?

É nesse ponto que o testemunho encontra o desafio da investigação científica — e onde as perguntas levantadas por Stratton ainda aguardam respostas verificáveis.

 

fonte: newsnationnow

Autor

  • Eliete Campos

    Graduada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, pós graduada em AI e Arquitetura de Software. Estudiosa e pesquisadora do fenômeno Ufo desde 2005.

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