Por Diego Rodrigues
Em 1971 na região de Serro em Minas Gerais, um homem estava tomando banho e nadando em um rio local.
De repente, percebeu uma estranha figura feminina parada na margem oposta. Ela tinha um rosto muito bonito, mas seu vestido era incomum, semelhante a um longo avental cinza, com mangas compridas. Seus cabelos não eram visíveis, pois ela usava uma espécie de touca verde, parecida com as usadas por nadadores.

Na mão direita, segurava algo semelhante a um livro grosso, de cor verde. Na mão esquerda, segurava um objeto que lembrava um antigo bule de café, também verde, sem alça e com dois tubos paralelos, igualmente verdes.
Surpreso e curioso, o homem perguntou em voz alta quem ela era, mas não recebeu resposta. Ele atravessou o rio, secou-se, vestiu-se e aproximou-se da mulher, cuja beleza, de perto, o impressionou ainda mais.
Novamente, perguntou:
“Quem é você? De onde você veio?”
Ela respondeu:
“Eu vim de Cera.”
Como a região é extremamente acidentada e cercada por serras, inicialmente a testemunha pensou que ela tivesse dito serra. No entanto, depois pareceu-lhe que a palavra pronunciada havia sido realmente Cera.
O homem caminhou alguns passos ao lado da misteriosa mulher, enquanto continuava comentando sobre sua beleza. Ela, porém, não demonstrava nenhuma reação.
De repente, ele percebeu que as mangas do vestido eram extremamente compridas, quase escondendo um detalhe que o perturbou: seus dedos eram extremamente peludos.
Por alguns instantes, a testemunha desviou o olhar. Quando voltou a olhar para a mulher, ela havia desaparecido. Segundo o relato, isso aconteceu em questão de segundos, sem que houvesse possibilidade de ela ter simplesmente corrido para longe, pois ainda teria sido possível vê-la.
Ele pensou que talvez aquela linda mulher estivesse usando apenas uma fantasia (fantasia humana?), e que talvez sua bela face e roupa comprida fossem para esconder sua verdadeira natureza.
Fonte : Ovniologia

